No trabalho para colocar o Rio Grande do Norte em uma elevada posição, na sua economia agrícola, estão varias entidades organizadas trabalhando, ativamente, pela região do semiárido, área considerada, praticamente, seca, sem uma gota d’água, tornando difícil o plantio de culturas agrícolas. Com a ação continuada de técnicos experimentados no trabalho que vão executar, surge a implantação de perfuração de poços e o uso da irrigação, constituindo um dos pontos altos do trabalho realizado na área seca. Planos e mais planos tem surgido na zona da agricultura, o que muito representa para o trabalho. A luta dos técnicos e agrônomos é, realmente, grande, em se tratando do fortalecimento do setor agrícola considerado difícil para quem trabalha em um terreno esturricado. Isso é um assunto “pesado e medido” por parte de quem luta contra as irregularidades do tempo e do terreno.
Os recursos para atender aos reclamados agricultores sempre foram concedidos pelos Bancos Oficiais e liberados para investimentos no setor agrícola. Assim, é justa e necessária a divulgação do trabalho em favor de uma área citada pela Constituição de 1988, com recursos pelo FNE. Outro ponto importante é o da ação do Ministério da Agricultura, tendo à frente a Ministra Katia Abreu, procurando por todos os meios, uma solução para as safras agrícolas. O Ministério da Integração e o da Agricultura são duas peças importantes no trabalho do Governo, em favor, do Nordeste e, no caso, do Rio Grande do Norte. Já agora, o Govenador Robinson Faria solicitou, uma forte ajuda financeira do Banco Mundial, para aplicar em obras que irá realizar no Estado. A ex-governadora Rosalba Ciarlini também usou recursos do Banco Mundial para aplicar em diversas obras na área rural. Não é de agora que isso vem acontecendo e muitas vezes aplicou recursos justamente com o Banco do Nordeste.
Finalmente, se falando em abastecimento, o objetivo da integração das bacias hídricas prevê a revitalização do Rio São Francisco, para melhorar as condições de vida dos ribeirinhos. Esse problema é um dos mais sérios que atingem o Rio Grande do Norte, em função das péssimas condições do abastecimento d’água, por parte de muitos açudes. Isso tem sido discutido todos os dias pelos órgãos ou instituições que dominam a matéria. A participação dos açudes com o abastecimento, era um fator dos mais importantes para o agricultor. Sem chuvas a região vem sofrendo com a dificuldade no seu trabalho agrícola.
Para os problemas que atingem o semiárido, temos o eficiente e normalizado trabalho do SEBRAE, um órgão privado, na assistência de uma região sem condições naturais. Sobre o que faz o SEBRAE, temos a palavra do Superintendente José Ferreira de Melo sobre a produção de alimentos no Nordeste do semiárido e diz: “Não é fácil produzir alimentos no semiárido do Nordeste. Com chuvas singulares, o ambiente exige do produtor rural conhecimento e cuidados especiais no manejo coreto do solo, da água e dos vegetais. No semiárido as estiagens são inevitáveis, é um fenômeno antigo”. Por ai se vê o indispensável interesse dos técnicos para ativar a sua cultura.
Fonte: Tribuna do Norte
Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine
Nordeste: Técnicos luta semiárido
Nenhum comentário:
Postar um comentário