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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Economia:  Diante da crise cerca de 18 mil lojas já fecharam as portas na Bahia





A crise econômica que o Brasil enfrenta, acirrada com a indefinição do cenário político, tem causado sérios impactos na economia baiana. De acordo com o presidente do Sindicato dos Lojistas da Bahia (Sindilojas), Paulo Mota, somente no estado são mais de 18 mil lojas fechadas nos últimos meses. Em Salvador esse número chega a quase 4 mil, segundo o dirigente.


Em entrevista ao apresentador Zé Eduardo, na Metrópole FM, Mota afirmou que a capital baiana registrou o fechamento de aproximadamente 18 mil postos de trabalhos nos últimos 12 meses. “É uma crise que está indo para o campo social de maneira violenta e está repercutindo na roda da economia”, afirmou.


O presidente ainda apontou que o cenário para o Dia das Mães não é dos melhores para as famosas contratações temporárias. “A crise está muito forte e a meta das empresas é manter quem já está empregado. Estamos sem perspectivas diante dessa instabilidade politica que estamos vivendo”, frisou.

Outra questão que estaria agravando o fechamento de lojas em Salvador, segundo Mota, foi a cobrança de estacionamento instituída no ano passado. “Isso influenciou muito, porque era um serviço oferecido gratuitamente e de repente passou a ser cobrado”, lembra.


Fonte: Bocão News




Economia:  Diante da crise cerca de 18 mil lojas já fecharam as portas na Bahia

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Política: Cadê o dinheiro? Rui Costa decreta contingenciamento de R$ 1,03 bilhão em 2016





Apontando a necessidade de garantir o pagamento dos salários dos servidores em dia e a manutenção dos investimentos nas áreas consideradas prioritárias, o governador Rui Costa decretou contingenciamento de R$ 1,03 bilhão no orçamento de 2016, conforme publicação no Diário Oficial do Estado desta sexta-feira (19). A medida, que também visa manter a oferta dos serviços básicos à população, integra um pacote de ações do governo iniciada ainda em 2015 com o objetivo de garantir o equilíbrio fiscal do Estado.


De acordo com a Secretaria da Fazenda do Estado (Sefaz), a crise econômica que afeta todos os estados brasileiro também resultou em perdas para a Bahia em 2015. O ICMS, embora tenha tido desempenho melhor que os demais estados, cresceu menos que a inflação, registrando queda real de 2,69%. Além disso, o repasse de janeiro do FPE (Fundo de Participação dos Estados),  segunda principal fonte de receita da administração estadual, caiu R$ 100 milhões em comparação com o mesmo período do ano passado. Em termos reais, considerando a inflação de 2015, a perda equivale a R$ 170 milhões.


Para este período, o governo do estado já havia adotado medidas de contingenciamento que resultaram na economia de R$ 256 milhões com custeio, conforme Rui havia projetado durante a reforma administrativa na transição de governo.


O decreto desta sexta-feira (19) estabelece corte de R$ 1.037.215.000 no Orçamento do Poder Executivo do exercício de 2016 e tem caráter cautelar, ou seja, evita que as secretarias e órgãos utilizem recursos que comprometam o equilíbrio fiscal do Estado. O contingenciamento, no entanto, não interfere nos recursos próprios das secretarias da Saúde, Educação e Segurança Pública, áreas prioritárias para o governador Rui Costa.


O decreto entra em vigor a partir de hoje e estabelece cortes nas fontes próprias e em operações de créditos programas em 29 secretarias ou órgãos. Serão responsáveis pelo cumprimento da medida os secretários de Estado os titulares dos órgãos diretamente subordinados ao governador e os dirigentes das autarquias, fundações e empresas estatais dependentes.


Fonte: Bocão News




Política: Cadê o dinheiro? Rui Costa decreta contingenciamento de R$ 1,03 bilhão em 2016

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Política: "Errei em ter demorado tanto para perceber que a situação era mais grave do que imaginávamos", diz Dilma Rousseff




Dilmaroussef


A presidente Dilma Rousseff admitiu nesta segunda-feira que “talvez” ela e a equipe econômica tenham cometido o erro de demorar a perceber o tamanho da crise. Dilma admitiu que “talvez” fosse o caso de ter adotado medidas corretivas ainda no ano passado, inclusive antes das eleições. Ela relatou que o governo levou muitos sustos, pois nunca previu uma queda tão brutal da arrecadação. Para a presidente, no cenário econômico internacional “o futuro é imprevisível”.


— Errei em ter demorado tanto para perceber que a situação era mais grave do que imaginávamos. Talvez, tivéssemos que ter começado a fazer uma inflexão antes. Não dava para saber ainda em agosto. Não tinha indício de uma coisa dessa envergadura. Talvez setembro, outubro, novembro — disse Dilma em entrevista ao GLOBO e aos jornais “Folha de S.Paulo” e “O Estado de S. Paulo”.


Por Juan Felix – Revista Barra Magazine


Fonte e Foto: O Globo


 




Política: "Errei em ter demorado tanto para perceber que a situação era mais grave do que imaginávamos", diz Dilma Rousseff