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terça-feira, 17 de maio de 2016

Política: Cacá Leão avalia renunciar vaga de titular no Conselho de Ética, diz jornal





O deputado federal baiano, Cacá Leão (PP), estaria inclinado a renunciar a vaga de titular no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o motivo seria questões eleitorais e por isso a tentativa de se desvincular da imagem do presidente afastado da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acusado de receber propina e de ter mentido sobre possuir contas no exterior na extinta CPI da Petrobras. Em dezembro, quando foi votada a admissibilidade do relatório do processo, Leão foi um dos apoiadores de Cunha e votou contra.


Ainda segundo diário paulista, o deputado teria visitado Cunha recentemente na residência oficial da Presidência da Câmara para informar ao peemedebista que abriria mão da vaga de titular no colegiado. A informação também teria sido levada ao líder do PP, Aguinaldo Ribeiro, há pelo menos 20 dias. Na ocasião, Cacá Leão teria alegado desgaste e desconforto apoiar Cunha, por conta das alianças que possui na Bahia, onde o seu pai, João Leão (PP), é o vice-governador na administração do governo Rui Costa (PT).


Fonte: Bocão News




Política: Cacá Leão avalia renunciar vaga de titular no Conselho de Ética, diz jornal

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Política: Dilma avalia "renunciar" para poder disputar o governo do Rio Grande do Sul 





A presidente afastada Dilma Rousseff (PT) pretende repetir o gesto do ex-presidente Fernando Collor e renunciar antes de o Senado iniciar seu julgamento. Segundo o colunista Cláudio Humberto, do site Diário do Poder, afirma que uma fonte petista diz que a renúncia passou a ser considerada após a aprovação da admissibilidade do impeachment no Senado por 55 votos favoráveis e 22 contrários. Para condená-la, 54 votos bastam. A ideia seria fazer o caminho do ídolo Leonel Brizola, disputando o governo gaúcho ou o do Rio de Janeiro.



Confirmada a fortíssima possibilidade de impeachment, Dilma ficará inelegível por oito anos. A renúncia preservaria sua elegibilidade.

Dilma manterá estratégia de se vitimizar, repetindo à exaustão o discurso de “golpe” e mantendo mobilizada o que imagina ser sua militância.


A prioridade de Dilma seria disputar o governo do Rio Grande do Sul, onde se radicou. E foi até secretária estadual.


No caso de Collor não deu certo: na ocasião, o Senado ignorou a renúncia e decidiu manter o julgamento, aprovando o impeachment.


Fonte: Bocão News




Política: Dilma avalia "renunciar" para poder disputar o governo do Rio Grande do Sul