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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Entretenimento: Luiz Gonzaga, sua majestade, o Rei do Baião





LUIZ GONZAGA CONTINUA FAZENDO PARTE DA VIDA DO SERTANEJO EM SUAS CANÇÕES REPRESENTATIVAS E QUE DIZEM MUITO DO QUE É SER NORDESTINO. UMA MAJESTADE INCONTESTÁVEL.


Ninguém cantou as coisas do sertão como Luiz Gonzaga do Nascimento. Nascido na cidade de Exu, Pernambuco, Gonzaga, filho de Januário José dos Santos do Nascimento e Ana Batista de Jesus Gonzaga do Nascimento, foi um dos grandes instrumentistas da música popular brasileira e precursor do baião, ritmo musical que marcaria a região nordeste do Brasil com seus plurais simbolismos.


Luiz Gonzaga foi parceiro musical de José Dantas, também pernambucano, poeta, folclorista e compositor que criou algumas das canções mais importantes do seu repertório. Fãs do baião jamais se esquecem de Riacho do navio, O xote das meninas, A volta da Asa Branca, entre outras canções marcadas pela parceria entre Gonzaga e Dantas. Com Humberto Teixeira, o “Doutor do Baião”, Gonzaga compôs Qui nem jiló, Asa Branca e No Meu Pé de Serra.


Numa infinidade de canções gravadas, é possível notar que Luiz Gonzaga representou cada aspecto do nordeste brasileiro; desde a falta de chuva até o Rio São Francisco em sua abundância e fertilidade. Ele cantou as aves nordestinas, até mesmo acauã, famosa por seu canto agourento. Mas foi a Asa Branca, comum na maioria das regiões sertanejas, a se tornar um hino. Esta canção costuma emocionar quem conhece a realidade do sertão. O nordestino não há de ouvi-la sem se emocionar.


Gonzaga foi o artista que conseguiu juntar partes diferentes de um país chamado nordeste e transformá-las numa simbologia uniforme perfeitamente compreendida por uma gente sofrida, mas muito alegre. Ele juntou num mesmo balaio Lampião, Padre Cícero, Ceará, Bahia, Rio São Francisco, baião, tristeza e alegria. O que nasceu foi uma obra popular eclética que satisfez os ouvidos não apenas de nordestinos, mas também de sulistas.


Em março de 1972, Gonzaga volta a se apresentar no Rio de Janeiro, em show realizado no Teatro Tereza Rachel. Nessa época retorna estoura um de seus mais referidos sucessos, a canção ”Ovo de Codorna”, cuja autoria é do nordestino Severino Ramos. Gonzaga sempre foi considerado um dos grandes representantes da música popular brasileira e suas músicas foram interpretadas por grandes cantores como Elba Ramalho, Raimundo Fagner, Dominguinhos, entre outros.


A capacidade de representar o sertão, a vida do sertanejo, suas paixões, tristezas e alegrias foi o grande ofício de Luiz Gonzaga, além de cantar. O nordeste brasileiro – e, sobretudo o sertão – não poderiam ter melhor representante. Foge à juventude de hoje um reconhecimento necessário à vida e obra deste grande artista brasileiro. A casinha de barro, as paredes de reboco, o cão de terra batida, o triângulo, a zabumba e a sanfona ainda são cenário e instrumentos memoráveis aos nordestinos. E salve Luiz Gonzaga


Fonte: Nossa Política




Entretenimento: Luiz Gonzaga, sua majestade, o Rei do Baião

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Rio Grande do Norte: Transposição do Rio São Francisco será concluída em 2017




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O projeto de integração do Rio São Francisco está com 81% de execução física. Os dados são de outubro deste ano e foram divulgados nesta quinta-feira (19) pelo Ministério da Integração. “Já foram entregues as primeiras estações de bombeamento de cada eixo e está prevista para este ano a entrega da segunda estação do Eixo Leste”, explica o secretario de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional (MI), Osvaldo Garcia. A expectativa do Ministério é concluir a obra no início de 2017.


Atualmente, 10,1 mil profissionais trabalham ao longo dos 477 quilômetros de extensão das obras, que beneficiará mais de 12 milhões de brasileiros em 390 cidades dos estados dePernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.


Com 4.133 equipamentos em operação, os dois eixos (Norte e Leste) do projeto apresentam execução de 82,2 % (Norte) e 79,2 % (Leste). A obra é construída por etapas e os cronogramas de execução do empreendimento priorizam a sequência construtiva do “caminho das águas” do projeto, ou seja, das captações até os estados que serão beneficiados.


Além dos 477 quilômetros de obras lineares projetadas, o empreendimento engloba a construção de quatro túneis (um dos quais de 15 km de extensão), 14 aquedutos, 9 estações de bombeamento e 27 reservatórios.


Seca histórica

Em setembro o G1 percorreu 19 cidades do interior do Rio Grande do Norte e constatou os efeitos da pior estiagem dos últimos 100 anos no estado. À época, o Ministério da Integração Nacional não confirmava a data para a chegada das obras da transposição do Rio São Francisco ao Rio Grande do Norte.


O MI explicou que as águas do Velho Chico virão até o RN de duas maneiras. Uma delas é com a perenização do rio Piranhas/Açu. Significa que as águas do rio, que nasce na Serra do Piancó, na Paraíba, devem ser represadas pela barragem de Oiticica antes que elas desemboquem na barragem Armando Ribeiro Gonçalves.


A outra forma de a água chegar ao estado será com a construção um sistema denominado Ramal Apodi, uma etapa da obra que faz parte do chamado Eixo Norte da transposição. Por este ramal, as águas deverão correr por canais, túneis, aquedutos e barragens, totalizando 115,5 quilômetros de extensão. Para isso, ainda de acordo com o Ministério, estima-se que 857 propriedades terão que ser relocadas ou os donos indenizados em treze municípios da Paraíba,Ceará e no próprio Rio Grande do Norte.


Em solo potiguar, a transposição afetará famílias em Luís Gomes, Major Sales e José da Penha, por onde o ramal passará até chegar ao açude público de Pau dos Ferros, de onde as águas partirão até Angicos, já na região Central do estado. Ao final do percurso, 44 municípios devem ser beneficiados.


Ações de convívio com a seca

Devido aos longos períodos de seca e estiagem no país, principalmente no semiárido do Nordeste, o governo federal intensificou a gestão e a aplicação de políticas públicas para amenizar o impacto das perdas econômicas e sociais nas áreas atingidas. Por essa razão, o MI investe em outras obras hídricas estruturantes e em ações emergenciais.


Entre as obras hídricas estruturantes estão o Cinturão das Águas (CE), a Vertente Litorânea Paraibana (PB), o Canal do Sertão Alagoano (AL), a Adutora Pajeú (PE e PB), a Adutora do Agreste (PE), a Barragem de Ingazeiras (PE) e a Barragem de Oiticica (RN).


Considerado uma ação estruturante, o Programa Água para Todos já beneficiou mais de cinco milhões de brasileiros. O programa consiste na implantação de tecnologias de uso da água para o consumo próprio ou para a produção de alimentos e a criação de animais.


O Água Para Todos implementou, por exemplo, 876,5 mil cisternas e 2,1 mil sistemas simplificados de abastecimento. O programa recebeu R$ 5,2 bilhões em investimentos e já atendeu 17 estados – nove do Nordeste.


Fonte: g1


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Rio Grande do Norte: Transposição do Rio São Francisco será concluída em 2017

Política: Rui Costa pede apoio a Dilma contra seca na Bahia




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O governador Rui Costa solicitou nesta quinta-feira, 19, à presidente Dilma Rousseff, durante encontro em Brasília, apoio para as ações de convivência com a seca na Bahia. Rui  afirmou que apresentará, na próxima semana, plano de ações emergenciais  ao governo federal.


“Vamos apresentar um plano de ações emergenciais ao governo federal já na próxima semana. Ações que possam ser executadas em, no máximo, seis meses e surtir efeito imediato para o abastecimento de água da população”, disse  o governador.


O plano da Bahia deve conter solicitação para extensão de rede de abastecimento, poços artesianos, sistemas de água, dessalinizadores, carros-pipa para zona rural, entre outras medidas.


O governador explicou que todo o empenho será feito, nessa seleção de realizações, visando conquistar o maior volume possível de recursos federais para “resolver a chegada da água em muitas comunidades que estão precisando de abastecimento”.


Ao sair do encontro, Rui Costa determinou à sua equipe a sistematização de ações de rápida execução, informando que o governo federal será parceiro nessas realizações, financiando as execuções. Os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, e da Integração Nacional, Gilberto Occhi, também participaram da reunião.


Os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Piauí e Paraíba também tiveram representantes no encontro. O governo federal vai avaliar cada documento entregue pelos estados e definir o valor que será destinado a cada um.


Fonte: A tarde


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Política: Rui Costa pede apoio a Dilma contra seca na Bahia