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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Bahia: Chuvas devem elevar nível de Sobradinho a 6%




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As chuvas registradas ao longo das duas últimas semanas na bacia do Rio São Francisco devem elevar o nível da barragem de Sobradinho de 3,5% [(porcentual registrado na última quinta-feira (21)] para 6% do volume útil até o fim deste mês. 


Segundo informações do jornal Diário de Pernambuco, com a previsão, a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) não deve reduzir a vazão, que atualmente está em 800 m³/s. Na última segunda (18), em reunião realizada por teleconferência, representantes da Agência Nacional de Águas sinalizaram com a possibilidade de reduzir a vazão para 500 m³/s, para evitar o uso do volume morto do lago – em condições normais, são 1.300 m³/s.


De acordo com o Diário de Pernambuco, apesar do aumento de volume útil, a Chesf não cogita a liberação de mais água para os produtores rurais e para abastecimento humano. Atualmente, a geração de energia é feita com dois dos seis equipamentos disponíveis. O Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco manifestou preocupação com a vazão de 800 m³/s, por reduzir o fornecimento para consumo humano e pequenos produtores. “A atual vazão de 800 metros cúbicos por segundo já atinge fortemente o ecossistema e os outros usos múltiplos das águas no submédio São Francisco. Além de aumentar a cunha salina no rio e reduzir a captação de água para o abastecimento humano”, afirmou Anivaldo Miranda, presidente do Comitê.


Fonte: Bocão News


 


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Bahia: Chuvas devem elevar nível de Sobradinho a 6%

sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Nacional: Chuvas inundam municípios do oeste do estado




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O município de Santa Rita de Cássia, a 897 km de Salvador, teve nesta quitnta-feira, 21,o maior registro de precipitação pluviométrica na região oeste do estado –  115,2 mm -, onde chove em todos os municípios desde o início de 2016.


O dado é do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), que nos primeiros 21 dias do ano contabilizou 553,4 mm de chuva no município – a média histórica para o mês de janeiro nos últimos 30 anos é de 149,2 mm. A tromba d’água encheu o rio Preto e deixou partes mais baixas da cidade com áreas inundadas.


Em Barreiras, conforme a meteorologista Marinez Cardoso, a média histórica de 205,4 mm em janeiro foi ultrapassada. Segundo o Inmet, nesta quinta choveu 57,1 mm e o acumulado deste mês já é de 373,4 mm.


O rio Grande, que passa pela cidade e deságua no rio São Francisco na cidade de Barra, e seu afluente, o rio de Ondas, também transbordaram para as lagoas marginais e inundaram principalmente restaurantes e lanchonetes.


Com nascente e vários afluentes em São Desidério, onde também chove neste período, após mais de meio ano de estiagem, o rio Grande está contribuindo para recomeçar a encher a barragem de Sobradinho.


O aumento na vazão afluente (na entrada da barragem) é clara”, disse Dutra, destacando que passou de 980 m³/s registrados dia 13 de janeiro, para os 1.370 m³/s assinalados, o que ele classificou de “crescimento considerável”.


A previsão do departamento de meteorologia do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia (Inema) para os próximos dias não só na região oeste, mas também na Chapada Diamantina, São Francisco, Norte, Sudoeste e Sul, é de tempo chuvoso, por influência de uma Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), que atua há dias.


Maior atenção requer, segundo o Inema, a região de semiárido do vale do São Francisco e no oeste, onde deve acontecer maior índice pluviométrico com possíveis trovoadas.


Além dele, “nascentes e riachos que formam os rios Branco, Preto, Carinhanha e Corrente, da margem esquerda do São Francisco, têm despejado suas águas no Velho Chico”, comemorou o analista ambiental Venâncio Dutra.


O reflexo destas chuvas é percebido na barragem de Sobradinho, maior reservatório de água do Brasil, que chegou a 1% de sua capacidade em dezembro de 2015. Nesta quinta, segundo registros da Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), o lago estava com 3,06% da capacidade, com uma recuperação registrada dia a dia, conforme a precipitação na região das bacias hidrográficas onde os municípios citados estão incluídos.


Fonte: atarde


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Nacional: Chuvas inundam municípios do oeste do estado

quarta-feira, 6 de janeiro de 2016

Bahia: Comitê reduz vazão de barragens do rio São Francisco




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Na expectativa reduzir o consumo, aumentar o volume dos reservatórios e assegurar o fornecimento de energia mais tarde, o Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco decidiu que, a partir de quinta-feira (7), terá início uma fase de testes para ver se é possível reduzir a vazão da represa de Sobradinho para 800 metros cúbicos por segundo (m³/seg) de água. Hoje a vazão está em 970 m³/seg.


Na primeira semana, a vazão será reduzida a 850m³/seg. Não havendo problema, a partir do dia 14, a barragem passará a trabalhar com a vazão pretendida. Foi autorizada também a redução da vazão da barragem de Três Marias, dos atuais 350m³/seg para 300m³/seg, a partir de amanhã.


As barragens do Rio São Francisco começaram ano de 2016 apresentando números preocupantes para as autoridades que cuidam do setor elétrico. A começar pela maior delas: a barragem da Usina Hidrelétrica de Sobradinho (BA), onde encontra-se o terceiro maior lago artificial do mundo. O reservatório tem 2,11% de seu volume útil.


Nos três primeiros dias do ano, a vazão da barragem mostrou uma média de 970 m³/seg de água – o equivalente a 20,7% da média mensal histórica de vazão para o mês de janeiro, registrada entre 1931 e 2014 (4.677m³/seg). A pior marca anotada para o mesmo mês ocorreu no ano passado: 1.106m³/seg.


De acordo com a Agência Nacional das Águas (ANA), a situação é similar nas demais barragens do Rio São Francisco. Na usina de Três Marias (MG), a represa encontra-se com 6,76% do volume útil e 17% da média histórica de vazão para janeiro. A barragem de Itaparica (BA) está com 13,92% do volume útil e 23% da média histórica de vazão; e a de Queimados (MG), com 30,5% do volume útil e 20% da vazão histórica.


Como a usina de Xingó (AL) opera por fio d’água – ou seja, a quantidade de água que passa é a mesma que entra – não é feita a medição por volume útil. No entanto, a vazão média registrada nos primeiros dias de janeiro corresponde a 24% da média histórica de vazão para o mês.

Segundo a ANA, a baixa dos reservatórios não têm relação com as obras de transposição do Rio São Francisco. Como ainda não foram concluídas, as obras têm captado água para testes em estações de bombeamento, não tendo, até o momento, desaguado nos rios da Paraíba e do Ceará, a partir de onde desembocarão no mar.


Além disso, quando isso ocorrer, a transposição desviará 2% da vazão do rio. Na avaliação da ANA, a baixa dos reservatórios está relacionada a uma sequência de quatro anos em que o volume de água que sai do São Francisco é maior do que a quantidade que entra. A vazão considerada mínima em uma situação normal é 1.300 m³/seg.


O conselho é formado pelo Operador Nacional do Sistema de Energia Elétrica (ONS), Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf), Ibama e Ministério Público, além de empresas e companhias de setores como os de abastecimento urbano, industrial, mineração, agropecuário, hidroviário, de irrigação, pesca, turismo e lazer; de organizações não-governamentais, de ensino e de pesquisa; além de comunidades indígenas, quilombolas e de outras entidades dos poderes municipal, estadual e federal.


Fonte: AgenciaBrasil


 


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Bahia: Comitê reduz vazão de barragens do rio São Francisco