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quarta-feira, 18 de maio de 2016

Política: PT divulga resolução que critica impeachment, governo Dilma e o próprio partido







O Diretório Nacional do PT divulgou na terça-feira (17) uma resolução em que faz críticas ao próprio partido e ao Diretório Nacional do PT. O texto foi apresentado no primeiro encontro da legenda após o afastamento da presidenta. Apesar de afirmar que o processo de impeachment é um “golpe sem base legal”, a resolução diz que é preciso analisar com  autocrítica os erros cometidos pelos governos petistas.


Segundo a avaliação do Diretório, “o avanço do movimento golpista, no entanto, somente poderá ser corretamente entendido se avaliarmos, de forma autocrítica, os erros cometidos por nosso partido e nossos governos”, diz a resolução. A sigla critica ainda o que classifica de esgotamento do atual econômico e as alianças partidárias do governo de Dilma.


A resolução afirma que a operação Lava Jato desempenhou “papel crucial na escalada golpista”. “Configurou-se paulatinamente em instrumento político para a guerra de desgaste contra dirigentes e governantes petistas, atuando de forma cada vez mais seletiva quanto a seus alvos”, consta no documento, que foi discutido em dois dias de reuniões da cúpula da legenda em Brasília. (Leia a resolução na íntegra).


Fonte: Bocão News




Política: PT divulga resolução que critica impeachment, governo Dilma e o próprio partido

quinta-feira, 31 de março de 2016

Economia: Governo corta  R$ 4,2 bilhões da Educação e R$ 3,2 bilhões do PAC




O Ministério do Planejamento divulgou nesta quarta-feira (30), por meio de edição extraordinária do “Diário Oficial da União”, mais detalhes sobre o bloqueio extra de R$ 21,2 bilhões, anunciado na semana passada.


Segundo os números do governo federal, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) teve seu limite de gastos limitado em R$ 3,21 bilhões, com a autorização para despesas, em todo este ano, caindo de R$ 26,49 bilhões para R$ 23,28 bilhões.


Neste mês, após a cerimônia de posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como ministro-chefe da Casa Civil, a presidente Dilma Rousseff publicou um decreto que transfere a gestão do PAC do Ministério do Planejamento para a Casa Civil. Lula, porém, ainda não assumiu o cargo porque teve a nomeação suspensa pelo Supremo Tribunal Federal.


Minha Casa Minha Vida

O anúncio aconteceu no mesmo dia em que o governo lançou, em uma cerimônia no Palácio do Planalto, a terceira fase do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida(MCMV), que terá a meta de entregar 2 milhões de moradias populares até 2018. O MCMV está dentro do PAC.

Nos dois primeiros meses deste ano, os gastos do PAC já haviam recuado. Segundo números do Tesouro Nacional, as despesas do PAC caíram 6,8%, para R$ 6,96 bilhões, contra R$ 7,46 bilhões em igual período do ano passado.


Já as despesas do Minha Casa Minha Vida tiveram uma queda mais forte ainda no primeiro bimerstre. Os números oficiais mostram que esses gastos somaram R$ 1,24 bilhão em janeiro e fevereiro deste ano, contra 2,75 bilhões no mesmo período do ano passado – uma queda de 54%.


Corte por ministérios

Os números do novo decreto de limitação de gastos divulgado pelo governo federal mostram que o Ministério da Educação foi fortemente afetado pelo novo bloqueio de gastos.


De acordo com o governo, o Ministério da Educação teve seu limite de empenho para gastos discricionários (excluindo o PAC e as despesas obrigatórias) diminuído em R$ 4,27 bilhões para todo este ano.


Já o Ministério da Saúde teve seu limite para gastos reduzido em R$ 2,28 bilhões, enquanto o Ministério da Ciência e Tecnologia teve seu orçamento para todo este ano diminuído em R$ 1 bilhão. O Ministério de Minas e Energia teve seu limite cortado em R$ 2,13 bilhões e o Ministério da Fazenda “perdeu” R$ 827 milhões.


O Ministério da Defesa, por sua vez, teve seu limite para gastos para o ano de 2016 reduzido em R$ 2,13 bilhões, ao mesmo tempo em que o Minsitério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome teve seu orçamento cortado em R$ 827 milhões.


Bloqueio adicional

O corte adicional no orçamento deste ano, anunciado na semana passada, se somou ao bloqueio de R$ 23,4 bilhões que havia sido autorizado em fevereiro. Com isso, o corte total, na peça orçamentária de 2016, chega a R$ 44,65 bilhões.


Segundo o governo, o novo bloqueio de gastos no orçamento deste ano visa cumprir a meta de superávit primário, isto é, a economia para pagar juros da dívida pública, de R$ 24 bilhões para o governo central – União, Previdência Social e Banco Central – fixada na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) deste ano.


Nesta semana, porém, o governo encaminhou ao Congresso Nacional o projeto de lei que altera a meta fiscal deste ano e autoriza um déficit de até R$ 96,65 bilhões em suas contas em 2016.


Ao anunciar que o governo enviaria o projeto, o ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, informou que ele contempla a “reversão” desse corte adicional de R$ 21,2 bilhões nos limites para gastos – cujo detalhamento saiu nesta quarta-feira (30).


Fonte: G!




Economia: Governo corta  R$ 4,2 bilhões da Educação e R$ 3,2 bilhões do PAC

quarta-feira, 16 de março de 2016

Política:  Senador Delcídio do Amaral pede desfiliação do PT







O clima entre o senador Delcidio do Amaral e o Partido dos Trabalhadores vai de mal a pior. Após a prisão do petista e da delação premiada, onde acusa membros do governo Dilma Rousseff, ele oficializou sua saída do partido. Na terça-feira (15), Delcídio enviou uma carta ao diretório do PT no Mato Grosso do Sul solicitando sua desfiliação do PT.


O parlamentar estava afastado da legenda desde que foi flagrado em uma gravação oferecendo dinheiro à família do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que avaliava um eventual processo de expulsão. Na breve carta de desfiliação encaminhada ao presidente do diretório sul-matogrossense do PT, Antônio Carlos Biffi, Delcídio apenas informa que tomou a decisão de deixar a sigla, mas não apresenta justificativas.


Fonte: Bocão News




Política:  Senador Delcídio do Amaral pede desfiliação do PT