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sexta-feira, 13 de maio de 2016

Política: Gilmar Mendes arquiva processo da Lava Jato contra Aécio





Menos de 24 horas depois de autorizar a abertura de um inquérito contra o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes acatou a argumentação da defesa do tucano e suspendeu a fase de colheita de provas sobre o envolvimento de Aécio no esquema de propina ligado a Furnas.


Segundo Gilmar, os advogados de Aécio conseguiram demonstrar que não há elementos novos que justificam a instauração de um inquérito, já que os detalhes que constam na delação do ex­senador Delcídio Amaral (sem partido – MS) já eram de conhecimento da Procuradoria­Geral da República.


“A petição do parlamentar pode demonstrar que a retomada das investigações ocorreu sem que haja novas provas, em violação ao art. 18 do CPP e à Súmula 524 do STF”, afirma o ministro.


O ministro também determinou o retorno dos autos ao procurador­ geral da República, Rodrigo Janot, “para que, à vista da documentação, requeira o que entender de direito”. O envolvimento de Aécio no esquema de Furnas havia sido mencionado anteriormente pelo doleiro Alberto Youssef em delação premiada. Mas, na época, a menção ao tucano foi arquivada a pedido de Janot, que considerou na época que as informações do delator eram insuficientes.


Para o procurador­geral, no entanto, a delação de Delcídio trouxe elementos novos e corroboraram fatos narrados por Youssef, o que justificaria a abertura do inquérito.


Aécio é investigado por suposto recebimento de propina de empresas terceirizadas que mantinham contrato com Furnas. A vantagens indevidas seriam pagas pelas empresas ao ex­diretor da companhia, Dimas Toledo, que as repassava para o tucano.


Na manifestação de defesa enviada por Aécio a Gilmar, o senador afirma que o Tribunal de Contas da União realizou auditoria nos contratos de terceirização da companhia e não constatou indícios de desvio. O tucano também esclareceu que seu avô e o avô de Dimas Toledo eram correligionários políticos, o que explica a amizade das famílias.


Em outra linha da investigação, está a suspeita de que recursos ilícitos oriundos do esquema fossem lavados no exterior por meio de uma empresa ligada à irmã de Aécio, bem como pelo envio de valores a conta em Lichtenstein, utilizando o serviço de doleiros.


A defesa de Aécio alega que essa empresa foi aberta em 1993 e encerrou suas atividades em 1999, e não em 2010, o que faz com que a empresa estivesse fora de atividade na época em que Aécio é acusado de participar do esquema de Furnas.


Fonte: Estadão


Fonte: Bocão News / Estadão




Política: Gilmar Mendes arquiva processo da Lava Jato contra Aécio

segunda-feira, 21 de março de 2016

Política: Aécio Neves deve ser o próximo alvo na mira da Operação Lava Jato





Parece que a maré de azar da política vai engolir Aécio Neves (PSDB) também. Segundo a coluna de Lauro Jardim em O Globo, Delcídio Amaral tem dito a interlocutores próximos, que Neves é um alvo prioritário agora da Lava-Jato. Os procuradores, de acordo com Delcídio, querem arrastar um peixe grande do PSDB. Não querem ser acusados de fazer uma investigação direcionada ao PT. Aécio seria, assim, a forma de contrabalançar tal acusação.


Fonte: Bocão News




Política: Aécio Neves deve ser o próximo alvo na mira da Operação Lava Jato

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Política: Viúva de Eduardo Campos deve ser vice de Aécio Neves em 2018




aecioeduardicampos


Acordo selado há alguns dias garantiu a união dos dois maiores opositores à campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff, em 2014. O PSDB do senador Aécio Neves (MG) e o PSB do falecido governador Eduardo Campos estão “fechados”, de acordo com informações do colunista Cláudio Humberto.


Aécio será o candidato à Presidência e o PSB indicará o candidato à vice na mesma chapa. Estão cotados para a vaga a viúva de Campos, Renata, e o governador de pernambucano, Paulo Câmara.


Para tucanos, uma possível saída de Dilma não muda as negociações com o PSB, se o vice-presidente Michel Temer virar presidente, o PMDB terá candidato próprio.

O PSB define no próximo dia 15, na reunião da Executiva Nacional, o posicionamento oficial de oposição ao governo Dilma Rousseff.


Álvaro Dias, que desembarca do PSDB, ouviu do PSB que o partido não pode garantir sua candidatura em 2018 em razão desse acordo. A saída de Marina Silva do PSB garantiu ao partido espaço para negociar com o PSDB. A ex-ministra de Lula, não engole tucanos.

 




Por Juan Felix – Revista Barra Magazine

Fonte: Bocão News

 




Política: Viúva de Eduardo Campos deve ser vice de Aécio Neves em 2018