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quarta-feira, 27 de abril de 2016

Política: Dilma Rousseff já admite provável afastamento da presidência, diz Folha de S. Paulo




A presidente Dilma Rousseff (PT) já considera “inevitável” o seu afastamento da presidência da República. Segundo a Folha de S. Paulo, o Palácio do Planalto agora tenta impedir que Michel Temer “se aproprie” de seus projetos, anunciando todas as medidas que estiverem quase prontas antes da votação do impeachment no Senado, prevista para acontecer no dia 11 de maio. Caso as acusações contra a presidente sejam acatadas pela Casa, ela fica afastada do poder por até 180 dias.



O governo deve insistir no discurso de que uma eventual presidência de Michel Temer é ilegítima e que Dilma é vítima de um golpe. Ainda de acordo com a publicação, a estratégia tem o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre as medidas que Dilma deseja anunciar antes da votação no Senado estão as licitações dos aeroportos de Salvador, Fortaleza, Florianópolis e Porto Alegre, além da concessão de portos e ajustes tributários.


Fonte: Bocão News




Política: Dilma Rousseff já admite provável afastamento da presidência, diz Folha de S. Paulo

terça-feira, 19 de abril de 2016

Política: Lula diz que não há volta caso Senado afaste Dilma temporariamente





O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu, nesta segunda-feira (18), que a presidente Dilma Rousseff dificilmente voltará ao Palácio do Planalto caso o Senado aprove a abertura do processo de impeachment na Casa, de acordo com informações publicadas pela Folha.


Segundo o jornal, essa avaliação foi feita durante reunião com o presidente do PT, Rui Falcão, e representantes de movimentos de esquerda. Lula também avaliou como remotas as chances de impedir o prosseguimento do processo no Senado. Rouco e visivelmente cansado, ainda segundo os aliados, Lula ouviu a opinião dos participantes do encontro.


A reunião teve a participação de Guilherme Boulos, coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), Gilmar Mauro, líder do MST (Movimento dos Sem Terra), do presidente do PT, Rui Falcão e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, além de presidentes de sindicatos e diretores do Instituto Lula.


“Colocamos a necessidade de construir uma mobilização de forma sistemática contra o golpe”, relata Boulos, segundo quem “Lula mais ouviu do que falou” durante as mais de quatro horas de reunião.


“Foi uma conversa para fazer um balanço do que aconteceu ontem e pensar no que vamos fazer”, afirmou Rui Falcão, na saída do encontro.


É necessária a maioria simples para que o processo de impeachment tenha prosseguimento no Senado. Essa votação deverá ocorrer no início de maio. Num prazo de até 180 dias depois, os senadores têm que decidir sobre o mérito do Lula - pedido de impeachment, cuja aprovação requer dois terços da Casa.


Nesse interregno, Dilma fica afastada do cargo, que passa às mãos do vice-presidente Michel Temer. Numa reunião realizada no Instituto Lula, o ex-presidente admitiu a dificuldade de Dilma reassumir a Presidência depois que Temer ocupe a cadeira e conquiste o poder de negociação com os senadores.


Na manhã desta terça (19), Lula participará de reunião do diretório nacional do PT para avaliação do cenário. Na quarta-feira, ele prestigiará o ato das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo. Também na quarta, o STF (Supremo Tribunal Federal) deverá decidir se ele pode assumir um ministério do governo Dilma.


Foto: Gilberto Jr. / Bocão News


Fonte: Bocão News




Política: Lula diz que não há volta caso Senado afaste Dilma temporariamente

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Política: Segundo Datafolha, 55% dos senadores votariam pelo afastamento de Dilma






O relatório da comissão de impeachment da presidente Dilma Rousseff será votado a partir do fim da tarde da próxima segunda-feira (11). A decisão foi anunciada após reunião do presidente da comissão, Rogério Rosso (PSD-DF), e do relator, Jovair Arantes (PTB-GO), com líderes dos partidos nesta terça (5).


Na segunda-feira (11), o texto deve ser votado no órgão e, em seguida, apreciado pelo plenário. Se aprovado, o processo será encaminhado para o Senado, onde maioria simples define o acolhimento ou não da denúncia; em caso positivo, Dilma é afastada por 180 dias da Presidência até a definição do caso.


De acordo com pesquisa feita pelo Datafolha, cenário é majoritariamente desfavorável a Dilma no Senado: 55% dos senadores afirmam que votariam pelo afastamento definitivo da petista; 24%, contra. Alternativa ao impeachment, a renúncia de Dilma é defendida pela maioria dos senadores, somando 48%.


O levantamento foi feito pelo Datafolha de 21 de março a 7 de abril. Na pesquisa, todos os 81 senadores foram contatados pelo telefone. Foram ouvidos 68 senadores, e os resultados foram ponderados segundo as bancadas dos partidos, com o pressuposto de que a filiação é uma variável importante na definição do voto.


Os que não aceitaram participar ou não responderam, somados aos que participaram, mas não se posicionaram em determinadas questões, formam um grupo suficientemente grande para, eventualmente, alterar tendências dos resultados.


Fonte: Bocão News




Política: Segundo Datafolha, 55% dos senadores votariam pelo afastamento de Dilma

quarta-feira, 9 de março de 2016

Política:  Se a eleição presidencial fosse hoje Lula não passaria do primeiro turno, diz Instituto Paraná





Uma pesquisa feita pelo Instituto Paraná em todo o país mostra que o ex-presidente Lula (PT) não chegaria sequer ao segundo turno, caso a eleição fosse hoje e seus adversários o senador Aécio Neves (PSDB) e a ex-senadora Marina Silva (Rede). A pesquisa, fechada antes da delação de Delcídio Amaral (PT) e do depoimento “sob vara” do ex-presidente, mostra que Lula não teria mais do que 16,8% dos votos.




Apesar de terceiro, em eventual segundo turno Lula teria 22,6% dos votos contra 53,5% do tucano Aécio. Brancos e nulos somariam 24%. O esquema de corrupção na Petrobras, desmantelado pela Lava Jato, desgastaram Lula. Há um ano, ele ainda tinha 27,2% das intenções de voto.


Se o candidato tucano fosse Geraldo Alckmin, Lula chegaria em segundo, com apenas 16,9%, bem atrás de Marina Silva, que venceria.


O Instituto Paraná ouviu 2.022 eleitores em 160 municípios de 24 estados entre 28 de fevereiro e 2 de março. Margem de erro: 2%.


Os números foram divulgados nessa quarta (9) pelo colunista Cláudio Humberto, do site Diário do Poder.


Fonte: Bocão News




Política:  Se a eleição presidencial fosse hoje Lula não passaria do primeiro turno, diz Instituto Paraná

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Política: Entre deputados, 42% são pró e 31% contra o impeachment




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Há mais parlamentares decididos a votar a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff do que os que anunciam ser contrários ao afastamento dela, de acordo com pesquisa Datafolha feita com deputados federais. Nenhum dos dois lados, no entanto, já tem os votos suficientes para sair vencedor.


Segundo o levantamento, a decisão está na mão de uma parcela de 27% dos deputados, o equivalente a 138 parlamentares, que ainda não se definiram ou não responderam à pesquisa.


No estudo, realizado entre os dias 7 e 18 de dezembro, 42% dos deputados afirmaram que são favoráveis ao afastamento, o equivalente a 215 votos.


Para o impeachment passar na Câmara, são necessários, ao menos, 342 votos, ou dois terços do total. Faltam, portanto, 127 votos.


Do outro lado da disputa, 31% dos parlamentares afirmaram que votariam contra a aprovação do impeachment da presidente. Projetando-se esse percentual ao total de votantes, seriam 159 votos garantidos pró-Dilma. Faltam 12 apoios confirmados para que a presidente atinja a marca de 171 votos, suficiente para sobreviver no cargo.


Se aprovado na Câmara, o impeachment vai ao Senado, onde maioria simples é necessária para que vire um processo. Nesse momento, a presidente seria afastada. Dilma ainda não tem a garantia do mínimo necessário por problemas em sua própria base. A pesquisa mostra que 26% dos deputados dos partidos formalmente governistas pretendem votar pelo impeachment. No PMDB, a taxa sobe para 33%.


Fonte: Bocão News


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Política: Entre deputados, 42% são pró e 31% contra o impeachment

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Transposição: Comissão avalia impacto do São Francisco no Rio Grande do Norte




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A comissão temporária do Senado que acompanha as obras de transposição e revitalização da bacia do rio São Francisco quer avaliar o impacto do empreendimento na vida da população do Rio Grande do Norte. Nesta quarta-feira (23), a comissão reúne-se para votação de requerimento da senadora Fátima Bezerra (PT-RN) que prevê a realização de audiência pública sobre o tema na Assembleia Legislativa do estado, em Natal.


— Ainda que não traga solução para as secas, que ocorrem devido a fatores climáticos, a transposição permitiria aos nordestinos minimamente sobreviver a elas. Dado o caráter estruturante que tem a obra para o semiárido do Nordeste, é fundamental que se discuta com profundidade seus impactos em cada um dos estados daquela região — afirma Fátima Bezerra em seu requerimento.


O debate, em data a ser definida pela comissão, deverá contar com a participação de autoridades federais e locais, de representantes sindicais e empresariais, de criadores de animais e lideranças do estado.


A transposição do São Francisco segue em execução, com previsão de entrega de um trecho de aproximadamente 40 quilômetros nos próximos meses. As obras tiveram início em 2007, divididas em Eixo Norte — que atende Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba — e Eixo Leste, que abrange áreas não atendidas pelo Eixo Norte na Paraíba e Pernambuco.


Fonte: Senado Federal


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Transposição: Comissão avalia impacto do São Francisco no Rio Grande do Norte