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quarta-feira, 9 de março de 2016

Política: Após delações da Andrade Gutierrez, Odebrecht e OAS, o governo de Dilma dificilmente sobreviverá - diz colunista






Caso Marcelo Odebrecht assine acordo de delação com a Lava Jato, dois partidos poderiam ser diretamente atingidos, segundo pessoas familiarizadas com o tema: o PT e o PMDB de Michel Temer, de acordo com informações publicadas pela colunista Monica Bergamo, nesta quarta-feira (9). O empreiteiro poderia detalhar o caminho de recursos por contas no exterior até o caixa eleitoral das duas legendas. Os partidos negam ter recebido contribuições não contabilizadas.


Ainda segundo a publicação, eventuais contribuições para o PSDB podem até entrar na delação de Odebrecht, segundo interlocutor dele familiarizado com as investigações. Mas a empresa relutaria em comprometer qualquer figura do partido, já que considera que, com o desgaste do PT, a legenda tem forte perspectiva de chegar ao poder em 2018.


A colunista afirma que há o entendimento também de que incluir apenas PT e PMDB nas delações já seria suficiente para fechar acordo com a Lava Jato. E prevalece entre advogados próximos do PT a opinião de que, uma vez fechadas as delações de Andrade Gutierrez, Odebrecht e OAS, o governo de Dilma Rousseff dificilmente sobreviverá, já que as empreiteiras dariam informações sobre contribuições ilegais para a campanha eleitoral da presidente.


Ainda segundo Bergamo, prevalece também a ideia de que a Lava Jato, consumadas as delações das grandes empreiteiras, terminará com a maioria dos empresários condenados, mas soltos. E com políticos presos.


Advogados da presidência sempre afirmaram, de forma enfática, que todas as contribuições à campanha foram legais e devidamente contabilizadas.



Fonte: Bocão News




Política: Após delações da Andrade Gutierrez, Odebrecht e OAS, o governo de Dilma dificilmente sobreviverá - diz colunista

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Política: Meu governo não está envolvido em escândalo de corrupção", diz Dilma




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A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta terça-feira (20) que o governo dela não está envolvido em esquema de corrupção. Dilma foi questionada sobre a declaração do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, nesta segunda-feira (19), disse lamentar “que seja com um governo brasileiro o maior escândalo de corrupção do mundo”.




Eu não vou comentar as palavras do Presidente da Câmara. O meu governo não está envolvido em nenhum escândalo de corrupção. Não é o meu governo que está sendo acusado atualmente”, disse Dilma, em entrevista à imprensa ao lado do presidente da Finlândia, Sauli Niinisto.



Por Juan Felix – Revista Barra Magazine


 




Política: Meu governo não está envolvido em escândalo de corrupção", diz Dilma

domingo, 27 de setembro de 2015

Lava Jato: Ex-deputado revela que o petrolão nasceu com aval de Lula, diz revista






Segundo publicação da revista Veja, o ex-deputado Pedro Corrêa, preso pela Operação Lava-Jato em abril deste ano, já disse aos procuradores da Operação que Lula e a presidente Dilma Rousseff não apenas sabiam da existência do petrolão como agiram pessoalmente para mantê-lo em funcionamento. Ex-presidente de um dos maiores partidos da base governista, o PP, Corrêa negocia há dois meses com o Ministério Público um acordo de delação premiada.


Conforme a matéria, assinada por Robson Bonin, o topo da cadeia de comando, portanto, estaria um degrau acima da Casa Civil, considerada até agora, nas declarações dos procuradores, o cume da organização criminosa. Nas conversas preliminares, Corrêa contou, por exemplo, que o petrolão nasceu numa reunião realizada no Planalto, com a participação de Lula, integrantes da cúpula do PP e dos petistas José Dirceu e José Eduardo Dutra – que à época eram, respectivamente, ministro da Casa Civil e presidente da Petrobras.




 Em pauta, a nomeação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da Petrobras. Pedro Corrêa, José Janene e o deputado Pedro Henry  defendiam a nomeação. Dutra, pressionado pelo PT, que também queria o cargo, resistia, sob a alegação de que não era tradição na Petrobras substituir um diretor com tão pouco tempo de casa. Lula, segundo Corrêa, interveio em nome do indicado, mais tarde tratado pelo petista como o amigo “Paulinho”. “Dutra, tradição por tradição, nem você poderia ser presidente da Petrobras, nem eu deveria ser presidente da República. É para nomear o Paulo Roberto. Tá decidido”, disse o presidente, de acordo com o relato do ex-deputado.


Em seguida, Lula ameaçou demitir toda a diretoria da Petrobras, Dutra inclusive, caso a ordem não fosse cumprida. Ao narrar esse episódio, Corrêa ressaltou que o ex-presidente tinha plena consciência de que o objetivo dos aliados era instalar operadores na estatal para arrecadar dinheiro e fazer caixa de campanha. Ou seja: peça-chave nessa engrenagem, Paulinho não era uma invenção da cúpula do PP, mas uma criação coletiva tirada do papel graças ao empenho do presidente da República. A criação coletiva, que desfalcou pelo menos 19 bilhões de reais dos cofres da Petrobras, continuou a brilhar no mandato de Dilma Rousseff – e com a anuência dela, de acordo com o ex-presidente do PP.


 Fontes: VEJA E Bocão News



Lava Jato: Ex-deputado revela que o petrolão nasceu com aval de Lula, diz revista