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terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Oeste da Bahia: Barra, Ibotirama, Morpará, Muquém de São Francisco, Xique-Xique, Angical e Cristópolis ganham sistemas de abastecimento de água





A Secretaria de Infraestrutura Hídrica e Saneamento (SIHS) deu mais um passo em prol do objetivo do Governo do Estado de levar água potável para as comunidades rurais. Na segunda-feira (22), além da assinatura do convênio para a implementação de sistemas de abastecimento de água nas cidades de Barra, Ibotirama, Morpará e Muquém de São Francisco, a secretaria anunciou mais um R$ 1 milhão, somados aos R$ 600 mil já disponíveis, para ampliação do projeto. Também constam na lista os municípios de Xique-Xique, Angical e Cristópolis.


“Vivemos um momento difícil por conta não apenas da crise hídrica, mas também de muita dificuldade econômica. O apoio das lideranças é de suma importância, de forma a concretizarmos a meta de universalização da água na Bahia, em especial nas comunidades mais dispersas, que convivem há muito com dificuldades para ter acesso a esse bem imprescindível para nossa sobrevivência”, destacou o secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento, Cássio Peixoto.


Todos os sistemas serão construídos pela Companhia de Engenharia Hídrica e de Saneamento da Bahia (Cerb). Presente ao evento, o presidente da companhia, Marcus Bulhões, afirmou que a empresa está empenhada na tarefa. “Nossa meta é abranger prioritariamente as zonas rurais e com este intento, vamos investir todos os recursos financeiros e humanos possíveis”, disse.


Já o prefeito de Barra, Artur Silva Filho, destacou a satisfação, em nome de todos os municípios. “Saber que o governo está empenhado e faz cada vez mais para os que mais precisam para nós é muito importante”. O secretário garantiu que outras comunidades estarão na pauta.


Fonte: Jornal da Mídia




Oeste da Bahia: Barra, Ibotirama, Morpará, Muquém de São Francisco, Xique-Xique, Angical e Cristópolis ganham sistemas de abastecimento de água

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Nacional: País pode ficar sem transposição e mesmo sem o próprio São Francisco




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Uma auditoria do TCU (Tribunal de Contas da União) acionou um alerta: o programa de transposição das águas pode gerar sérios comprometimentos ambientais ao rio São Francisco. De acordo com o relatório, obtido pelo Fato Online, auditores do TCU constataram uma série de irregularidades e negligencias no PRSF (Programa de Revitalização da Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco). Mesmo antes de concluída a obra de transposição, os técnicos já perceberam, por exemplo, que a vazão do Velho Chico, como é chamado, e de seus afluentes, pode estar sendo reduzida por causa da erosão das suas margens. 


O PRSF faz parte do projeto de transposição do rio e tem como meta realizar ações voltadas para a sustentabilidade socioambiental. Em 2011, em outra vistoria, o TCU já havia constatado diversas falhas na execução do programa. E pediu providências. Quatro anos depois, porém, pouca coisa mudou.


É no São Francisco que o governo executa uma de suas principais obras. A transposição das águas do rio, que corta os estados de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, numa extensão de 2,7 mil km, é vista como uma solução para as secas constantes no Nordeste. Para acompanhar o empreendimento, o governo desenvolveu um programa para a recuperação das áreas degradadas, a conservação e uso racional dos seus recursos naturais e hídricos, a sua despoluição, entre outras coisas. E, desde 2001, esse projeto vem sendo acompanhado pelo TCU.


Recomendações não foram cumpridas


Em 2011, durante uma auditoria, o tribunal encontrou diversas irregularidades, e em nova inspeção, no final do ano passado, constatou que pouco mudou. “O monitoramento realizado pela Secretaria de Controle Externo da Agricultura e do Meio Ambiente apresentou resultados que merecem atenção deste Tribunal, em especial pelo fato de que o MMA (Ministério do Meio Ambiente) e a Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) não cumpriram de modo satisfatório nenhuma das recomendações”, diz o relatório, se referindo à auditoria feita há quatro anos.


“Existem indícios de que a vazão do Rio São Francisco e de seus afluentes pode estar sendo reduzida (…) pelos processos erosivos que têm provocado o assoreamento e rebaixamento do lençol freático”Augusto Nardes, ministro do TCU


O documento aponta diversas irregularidades. Mas uma delas é a mais preocupante. “O cenário apresentado no monitoramento demonstra que as medidas recomendadas pelo TCU (em 2011) não estão sendo implementadas”, afirma o ministro relator, Augusto Nardes, o mesmo que sugeriu as rejeições das contas do governo da presidente Dilma Rousseff por causa das pedaladas fiscais. “Tal fato se faz gravoso quando a própria Agência Nacional de Águas divulga que a bacia do São Francisco vem sofrendo condições hidrológicas que estão prejudicando os reservatórios da bacia”, observa o ministro, acrescentando: “Segundo a equipe (do TCU), existem indícios de que a vazão do Rio São Francisco e de seus afluentes, pode estar sendo reduzida, entre outros motivos, pelos processos erosivos que têm provocado o assoreamento e rebaixamento do lençol freático”.  


No relatório, o ministro Augusto Nardes avalia que continua pendente a elaboração de indicadores de desempenho capazes de medir a efetividade das ações voltadas à recuperação e ao controle de processos de erosão no Programa de Revitalização do São Francisco. “Dessa forma, se faz oportuna a sugestão para que o Ministério do Meio Ambiente apresente um conjunto de plano de ações, com o detalhamento contido em seu relatório de fiscalização para que o potencial problema da erosão da bacia não se transforme em verdadeira agressão ao meio ambiente e à população local”, observou Nardes. O relator também alertou aos gestores de que o não cumprimento das determinações do TCU pode acarretar em multas.    


O Programa de Revitalização do São Francisco tem projetos para garantir alternativas econômicas, principalmente para os ribeirinhos. Um deles, o que oferece sementes e mudas de árvores frutíferas, tinha soluções pontuais. Assim como os mecanismos para incentivar os moradores locais a recuperar e preservar as margens do rio, suas nascentes e encostas, também não foram executados a contento pelo governo, segundo o relatório do TCU.


O TCU apontou, ainda, que recursos destinados à manutenção dos CRADs (Centros de Referência em Recuperação de Áreas Degradadas) também foram reduzidos. “Para uma melhor dimensão de análise dessa questão, apesar de o gestor ter afirmado a prioridade do projeto, os orçamentos para cada CRAD previstos para os anos de 2012 a 2015, em valores aproximados de R$ 300 mil ao ano, foram contingenciados em 50%”, observa o relatório.


Fonte: Fatoonline


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Nacional: País pode ficar sem transposição e mesmo sem o próprio São Francisco

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Nordeste: Secretário diz que transposição do rio São Francisco ficará pronta no início de 2017




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O secretário de Infraestrutura Hídrica do Ministério da Integração Nacional, Osvaldo Garcia, afirmou na sexta-feira (6), em Salgueiro (PE), que a obra de transposição do Rio São Francisco deverá ser entregue entre o fim de 2016 e o primeiro trimestre de 2017. “O desempenho da obra ao longo de 2015 até setembro já superou o ano de 2014; isso é um demonstrativo claro de que está sendo tocada a todo vapor”, disse. Oitenta por cento da obra estão concluídos, segundo o ministério.


Garcia participou de evento da Comissão Externa de Transposição do Rio São Francisco, da Câmara dos Deputados, que fez visitas técnicas às obras no sertão nordestino. Participaram da comitiva que acompanhou a execução das obras os deputados integrantes da comissão, servidores da Câmara e empresários do Ceará, que estão preocupados com a estiagem no próximo ano e o andamento das obras.


O secretário afirmou ainda que haverá garantia de recursos para concluir a transposição do Rio São Francisco. “Até hoje, a obra recebeu todo o orçamento de que precisou. Não houve, em nenhum momento, atraso de pagamentos e dívidas não pagas. Todo o serviço foi executado de forma extremamente correta”, afirmou.


Mobilização


O coordenador da comissão externa, deputado Raimundo Gomes de Matos (PSDB-CE), afirmou que é fundamental garantir as verbas no Orçamento de 2016 para que a situação hídrica do Nordeste seja amenizada nos próximos anos. “É importante fazermos uma mobilização em todo o Nordeste e no Congresso Nacional para assegurar os recursos. Se de fato tivermos os recursos, automaticamente, a partir de 2016 e de 2017, poderemos amenizar a situação hídrica do Nordeste”, afirmou o parlamentar.


Um dos 10 mil trabalhadores da obra, Jerôncio Alves, afirmou que a conclusão do projeto de transposição do São Francisco vai beneficiar toda a população. “Pessoalmente, para mim até parece um sonho. Anos atrás, se perguntassem isso, a gente levaria como uma brincadeira. Foi um sonho maravilhoso que virou realidade. Nunca me passou pela cabeça; hoje me sinto muito bem trabalhando nela”, disse Alves.


Fonte: Portaln10


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Nordeste: Secretário diz que transposição do rio São Francisco ficará pronta no início de 2017

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Educação: Defensoria Pública pede explicações sobre plano de reorganização escolar




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A Defensoria Pública de São Paulo enviou à Secretaria Estadual da Educação, na última sexta-feira (9), um ofício em que pede explicações sobre o plano de reorganização das escolas estaduais, que deve ser implementado a partir do ano que vem.


Veja o que já está definido no plano de reorganização do ensino em SP


Segundo a Defensoria, o pedido foi encaminhado após o Núcleo Especializado de Infância e Juventude ter sido procurado por alunos, pais e profissionais, preocupados com eventuais prejuízos educacionais que as mudanças possam causar.


A Secretaria Estadual da Educação informou que ainda não foi notificada sobre o ofício.


O objetivo do plano é separar as escolas para que cada unidade passe a oferecer aulas de apenas um dos ciclos da educação (ensino fundamental I, ensino fundamental II ou ensino médio).


Segundo a secretaria, a previsão é que 1 mil escolas do total de 5.108 unidades espalhadas pelo estado sejam afetadas pela reorganização. A secretaria prevê um aumento de 25% das escolas de segmento único e que as mudanças atinjam um milhão dos 3,8 milhões de alunos matriculados.


No ofício, a Defensoria Pública solicita explicações específicas sobre como será feita essa organização e como ela será colocada em prática. A Defensoria questiona também se os pais, alunos e professores foram consultados durante a elaboração deste programa de reorganização e se eles estão sendo devidamente informados sobre a os impactos que essa mudança pode causar.


A Defensoria Pública aguarda as respostas da Secretaria Estadual de Educação para, a partir delas, adotar as medidas cabíveis. 


Reestruturação do ensino


A medida visa reorganizar a distribuição dos alunos nas escolas. As unidades passarão a atender exclusivamente um dos três ciclos de ensino: o primeiro, que abrange os alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental; o segundo, com alunos do 6º ao 9º ano do fundamental; e o terceiro, que reúne os três anos do ensino médio.


Atualmente, algumas escolas da rede estadual atendem alunos de mais de um dos ciclos. Para a Secretaria Estadual da Educação, o ideal é que as escolas recebam apenas estudantes de um dos ciclos e, desta forma, estejam mais focadas no aprendizado da faixa etária que atende.


A expectativa do governo é de que até mil escolas sejam atingidas com a mudança. Segundo a assessoria de imprensa da pasta de educação, os alunos que vão precisar ser transferidos serão matriculados em escolas que ficam até no máximo 1,5 quilômetro de suas casas. Eles serão informados sobre o endereço da nova unidade até o mês de novembro.


Como os alunos serão transferidos?


A pasta de educação iniciou um processo de recadastramento de todos os alunos da rede estadual de ensino. A ideia é a de que os dados atualizados dos estudantes ajudem no processo de transferência para a unidade mais próxima de sua casa. O recadastramento pode ser feito pelo site: www.atualizeseusdados.educacao.sp.gov.br.


De acordo com Sandoval Cavalcante, dirigente regional de ensino, “nenhum aluno ficará sem vaga”. Todos os 3,8 milhões de alunos matriculados na rede estadual continuam tendo suas vagas garantidas. O representante da Secretaria Estadual de Educação ressaltou também que nenhum espaço escolar será inutilizado.


Datas


As diretorias de ensino têm até o dia 23 de outubro para validar quais escolas da rede estadual passarão pela reorganização. Depois disso, os alunos serão comunicados sobre a mudança de escola. Uma “mega reunião” está marcada para o dia 14 de novembro nas 5.108 escolas onde dirigentes de ensino vão falar sobre as mudanças para os pais e os alunos.


Fonte: g1/ Página Xique-Xique


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Educação: Defensoria Pública pede explicações sobre plano de reorganização escolar

Educação: Defensoria Pública pede explicações sobre plano de reorganização escolar




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A Defensoria Pública de São Paulo enviou à Secretaria Estadual da Educação, na última sexta-feira (9), um ofício em que pede explicações sobre o plano de reorganização das escolas estaduais, que deve ser implementado a partir do ano que vem.


Veja o que já está definido no plano de reorganização do ensino em SP


Segundo a Defensoria, o pedido foi encaminhado após o Núcleo Especializado de Infância e Juventude ter sido procurado por alunos, pais e profissionais, preocupados com eventuais prejuízos educacionais que as mudanças possam causar.


A Secretaria Estadual da Educação informou que ainda não foi notificada sobre o ofício.


O objetivo do plano é separar as escolas para que cada unidade passe a oferecer aulas de apenas um dos ciclos da educação (ensino fundamental I, ensino fundamental II ou ensino médio).


Segundo a secretaria, a previsão é que 1 mil escolas do total de 5.108 unidades espalhadas pelo estado sejam afetadas pela reorganização. A secretaria prevê um aumento de 25% das escolas de segmento único e que as mudanças atinjam um milhão dos 3,8 milhões de alunos matriculados.


No ofício, a Defensoria Pública solicita explicações específicas sobre como será feita essa organização e como ela será colocada em prática. A Defensoria questiona também se os pais, alunos e professores foram consultados durante a elaboração deste programa de reorganização e se eles estão sendo devidamente informados sobre a os impactos que essa mudança pode causar.


A Defensoria Pública aguarda as respostas da Secretaria Estadual de Educação para, a partir delas, adotar as medidas cabíveis. 


Reestruturação do ensino


A medida visa reorganizar a distribuição dos alunos nas escolas. As unidades passarão a atender exclusivamente um dos três ciclos de ensino: o primeiro, que abrange os alunos do 1º ao 5º ano do ensino fundamental; o segundo, com alunos do 6º ao 9º ano do fundamental; e o terceiro, que reúne os três anos do ensino médio.


Atualmente, algumas escolas da rede estadual atendem alunos de mais de um dos ciclos. Para a Secretaria Estadual da Educação, o ideal é que as escolas recebam apenas estudantes de um dos ciclos e, desta forma, estejam mais focadas no aprendizado da faixa etária que atende.


A expectativa do governo é de que até mil escolas sejam atingidas com a mudança. Segundo a assessoria de imprensa da pasta de educação, os alunos que vão precisar ser transferidos serão matriculados em escolas que ficam até no máximo 1,5 quilômetro de suas casas. Eles serão informados sobre o endereço da nova unidade até o mês de novembro.


Como os alunos serão transferidos?


A pasta de educação iniciou um processo de recadastramento de todos os alunos da rede estadual de ensino. A ideia é a de que os dados atualizados dos estudantes ajudem no processo de transferência para a unidade mais próxima de sua casa. O recadastramento pode ser feito pelo site: www.atualizeseusdados.educacao.sp.gov.br.


De acordo com Sandoval Cavalcante, dirigente regional de ensino, “nenhum aluno ficará sem vaga”. Todos os 3,8 milhões de alunos matriculados na rede estadual continuam tendo suas vagas garantidas. O representante da Secretaria Estadual de Educação ressaltou também que nenhum espaço escolar será inutilizado.


Datas


As diretorias de ensino têm até o dia 23 de outubro para validar quais escolas da rede estadual passarão pela reorganização. Depois disso, os alunos serão comunicados sobre a mudança de escola. Uma “mega reunião” está marcada para o dia 14 de novembro nas 5.108 escolas onde dirigentes de ensino vão falar sobre as mudanças para os pais e os alunos.


Fonte: g1/ Página Xique-Xique


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Educação: Defensoria Pública pede explicações sobre plano de reorganização escolar