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terça-feira, 19 de julho de 2016

Bahia: Professora corta língua de criança como castigo em creche





A mãe de um menino de 4 anos que estuda em uma escola particular do bairro de Dom Avelar, em Salvador, acusa a professora do garoto de ter cortado a língua dele como castigo. A dona de casa Joátila Bispo disse ao G1, nesta segunda-feira (18), que a suposta agressão aconteceu na terça-feira (13), após o menino ter mostrado a língua para a professora.




A mãe afirma que, inicialmente, o menino contou à irmã e a uma tia que se machucou ao bater a cabeça em uma mesa. Depois, a criança teria mudado a versão e revelado que foi a professora que o agrediu.


Joátila Bispo registrou queixa na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra Criança e Adolescente (Derca) na terça e prestou depoimento à polícia no domingo. O G1 tentou contato com a creche onde teria ocorrido a agressão, mas uma funcionária disse que, por enquanto, não iria comentar o caso. 


Investigação

Segundo a delegada da Derca, Ana Cricia Macêdo, a delegada plantonista Cintia Ilmara, que não foi localizada na delegacia nesta segunda, é a responsável pela investigação do caso. A polícia ainda apura as causas da lesão, e a professora não havia sido ouvida até esta segunda-feira.




“Ele [menino] disse que deu língua a ela e ela cortou a língua dele. Ela [professora] também teria ferido ele na orelha, apertando a orelha com a unha”, afirma a mãe.


Joátila Bispo afirma que não estava em casa no dia da agressão. A irmã mais velha do garoto foi buscá-lo na escola, quando o garoto mostrou a lesão na língua e contou que tinha batido a cabeça na mesa.


Ao chegar em casa, o menino contou a mesma versão à tia, irmã da mãe. “Minha irmã achou estranho e foi atrás da professora. Ela [professora] falou que não sabia de nada”, afirma a dona de casa.


Joátila diz que o menino foi levado pela tia para uma unidade de emergência em São Marcos, onde uma médica orientou a encaminhar a criança para um hospital, porque o corte era profundo.


Uniforme 

Joátila conta que então levou o menino para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde ele passou por uma pequena cirurgia, levou três pontos e foi liberado. A criança também fez exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT), segundo a dona de casa.


A mãe também acusa a professora de ter trocado o uniforme da criança, que pode ter ficado sujo de sangue, a fim de ocultar a agressão. “Trocaram o uniforme dele, com certeza. Porque deve ter melado de sangue. O tamanho é diferente, é maior”, diz Joátila.


A dona de casa afirma que a professora constrangeu a criança para que ela não contasse à família sobre a agressão. “Ela meteu medo no menino”, afirma. A mãe disse que o garoto não vai à escola desde o dia do ocorrido. “Ele ficou traumatizado, não quer mais ir.”




Fonte: Barreiras Notícias




Bahia: Professora corta língua de criança como castigo em creche

Bahia: Professora corta língua de criança como castigo em creche





A mãe de um menino de 4 anos que estuda em uma escola particular do bairro de Dom Avelar, em Salvador, acusa a professora do garoto de ter cortado a língua dele como castigo. A dona de casa Joátila Bispo disse ao G1, nesta segunda-feira (18), que a suposta agressão aconteceu na terça-feira (13), após o menino ter mostrado a língua para a professora.




A mãe afirma que, inicialmente, o menino contou à irmã e a uma tia que se machucou ao bater a cabeça em uma mesa. Depois, a criança teria mudado a versão e revelado que foi a professora que o agrediu.


Joátila Bispo registrou queixa na Delegacia Especializada de Repressão a Crimes Contra Criança e Adolescente (Derca) na terça e prestou depoimento à polícia no domingo. O G1 tentou contato com a creche onde teria ocorrido a agressão, mas uma funcionária disse que, por enquanto, não iria comentar o caso. 


Investigação

Segundo a delegada da Derca, Ana Cricia Macêdo, a delegada plantonista Cintia Ilmara, que não foi localizada na delegacia nesta segunda, é a responsável pela investigação do caso. A polícia ainda apura as causas da lesão, e a professora não havia sido ouvida até esta segunda-feira.




“Ele [menino] disse que deu língua a ela e ela cortou a língua dele. Ela [professora] também teria ferido ele na orelha, apertando a orelha com a unha”, afirma a mãe.


Joátila Bispo afirma que não estava em casa no dia da agressão. A irmã mais velha do garoto foi buscá-lo na escola, quando o garoto mostrou a lesão na língua e contou que tinha batido a cabeça na mesa.


Ao chegar em casa, o menino contou a mesma versão à tia, irmã da mãe. “Minha irmã achou estranho e foi atrás da professora. Ela [professora] falou que não sabia de nada”, afirma a dona de casa.


Joátila diz que o menino foi levado pela tia para uma unidade de emergência em São Marcos, onde uma médica orientou a encaminhar a criança para um hospital, porque o corte era profundo.


Uniforme 

Joátila conta que então levou o menino para o Hospital Geral do Estado (HGE), onde ele passou por uma pequena cirurgia, levou três pontos e foi liberado. A criança também fez exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT), segundo a dona de casa.


A mãe também acusa a professora de ter trocado o uniforme da criança, que pode ter ficado sujo de sangue, a fim de ocultar a agressão. “Trocaram o uniforme dele, com certeza. Porque deve ter melado de sangue. O tamanho é diferente, é maior”, diz Joátila.


A dona de casa afirma que a professora constrangeu a criança para que ela não contasse à família sobre a agressão. “Ela meteu medo no menino”, afirma. A mãe disse que o garoto não vai à escola desde o dia do ocorrido. “Ele ficou traumatizado, não quer mais ir.”




Fonte: Barreiras Notícias




Bahia: Professora corta língua de criança como castigo em creche

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Polícia: Confusão com ciganos em Barra Grande deixa homem morto e três pessoas feridas




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Uma confusão envolvendo um grupo ciganos e moradores da localidade de Barra Grande, na Ilha de Itaparica, deixou uma pessoa morta e outras três feridas na noite desta terça-feira (27).  Reginaldo Cardoso dos Santos foi baleado no tórax, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.


De acordo com informações da polícia, a briga começou após um jovem de 23 anos, identificado como Diego Coelho Moreira, se desentender com o grupo em uma festa no condomínio conhecido como Rancho dos Ciganos. Depois da festa, Diego foi perseguido por três ciganos e baleado na perna e nas nádegas. Outras três pessoas que saiam de uma igreja no momento do crime também foram atingidas pelos disparos.


Entre os feridos está Rosana dos Santos Miranda, de 43 anos, mãe de Diego. Ela foi atingida na coxa esquerda, tórax, braço direito e coluna. Rosana foi socorrida para o Posto de Saúde de Barra Grande e, em seguida, transferida para o Hospital Geral do Estado (HGE).


Outras duas pessoas que deixavam também foram baleados. Robenilda Santana Meireles foi atingida no abdômen e no calcanhar e também encaminhada para o HGE. Já Reginaldo foi levado para o Hospital Geral de Itaparica (HGI), mas não resistiu aos ferimentos e morreu.


Diego continua internado no HGI, mas há informações sobre o estado de saúde. Na manhã desta quarta-feira (28), um grupo de moradores tentou fazer uma manifestação por conta do crime na BA-001, na altura do KM17, informou o Batalhão da Polícia Rodoviária (BPRv).


Fonte: Varela Notícias


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Polícia: Confusão com ciganos em Barra Grande deixa homem morto e três pessoas feridas