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quinta-feira, 14 de abril de 2016

Impeachment: Doadores de campanha de deputados cobram voto pró-impeachment, diz coluna






Doadores de campanha de deputados federais nas eleições de 2014 estariam cobrando dos indecisos que votem pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).


Na avaliação do Palácio do Planalto, 60 parlamentares migraram para o impedimento, em 24 horas, após o pedido dos empresários. Segundo a coluna Cláudio Humberto, do site Diário do Poder, a pressão foi intensa sobre o nanico PTN, que negociava com o ex-presidente Lula o Ministério do Turismo e a Funasa para votar com Dilma.


O partido apoiava Dilma, mas decidiu liberar a bancada, formada por 13 deputados federais, após ligações dos doadores de campanha.


Fonte: Bocão News




Impeachment: Doadores de campanha de deputados cobram voto pró-impeachment, diz coluna

Placar do Impeachment: Confira levantamentos do Estadão, Folha e O Globo





O processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) será votado no próximo domingo (17) na Câmara e para ser aprovado, são necessários 342 votos favoráveis entre os 513 deputados federais. O governo precisa buscar ao menos 172 votos para barrar o processo.


Enquanto isso, os principais veículos de comunicação nacionais elaboram levantamentos junto aos parlamentares e apontam placares divergentes, mas com semelhanças.


O Estadão aponta 332 votos favoráveis ao impedimento de Dilma Rousseff, 124 contrários e 57 indecisos.


Já o concorrente do Estadão, o jornal Folha de S. Paulo traz 308 votos a favor do processo e 117 contra. Para o diário paulista, 90 deputados ainda não possuem voto definido.


No Rio de Janeiro, o jornal O Globo aponta 329 votos pró-impeachment e 113 contrários. Os indecisos eram 71.


No placar mais elástico até a manhã dessa quinta-feira (14), o do Estadão, os baianos estão teoricamente divididos na votação. São 16 deputados favoráveis ao processo de impedimento da petista e 17 contrários. No entanto, o número de contrários não considera os deputados Sérgio Brito (PSD), Ronaldo Carletto (PP) e José Nunes (PSD), que decidiram apoiar a presidente Dilma. Assim, o número de baianos contra o impeachment chega a 20.


Fonte: Bocão News




Placar do Impeachment: Confira levantamentos do Estadão, Folha e O Globo

segunda-feira, 28 de março de 2016

Política: OAB protocola novo pedido de  impeachment contra a presidente Dilma Rousseff





A Ordem em dos Advogados do Brasil (OAB) protocolou na tarde desta segunda-feira (28) novo pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff. O documento se somará agora a outros 11 pedidos pendentes de análise pelo presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).


Houve confusão entre grupos pró e contra o governo no salão verde da Câmara quando os membros da OAB chegaram para protocolar o documento. (veja no vídeo acima)


No pedido de impeachment, a OAB acusa Dilma de crime de responsabilidade ao:

– tentar interferir nas investigações da Operação Lava Jato, inclusive no caso da nomeação do ex-presidente Lula, que é investigado, como ministro da Casa Civil;

– conceder renúncia fiscal à Fifa para a realização da Copa do Mundo de 2014;

– ter autorizado as “pedaladas fiscais”, que são atrasos no pagamento a bancos para maquiar as contas públicas.


“A sociedade espera celeridade na apuração de todos esses casos. É isso que nós queremos e é isso que a OAB espera. Esperamos serenidade, que as pessoas tenham calma, esperamos que esse ódio que está instalado diminua. Não podemos colocar uma classe contra a outra, pessoas contra si”, afirmou o presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia.


Ele afirmou que não houve encontro com o presidente da Câmara para falar sobre o pedido, porque a OAB entende de Cunha, que é investigado na Operação Lava Jato e responde a processo no Conselho de Ética da Casa, deve se afastar do cargo.

“Não encontrei o presidente Eduardo Cunha. Eu tenho uma posição, que é uma posição da OAB no que diz respeito à legitimidade do presidente da Câmara dos Deputados. Nós entendemos que o presidente da Câmara dos Deputados tem que se afastar da Câmara. Portanto, por não reconhecermos legitimidade nele, nós entregamos essa peça no protocolo”, disse Lamachia.


Questionado se acha que o pedido da OAB deveria ser aceito no lugar do processo que já tramita na Câmara, Lamachia disse que essa decisão compete aos parlamentares.


Decisão

A decisão da OAB tem por base a aprovação, no último dia 19, de um relatório que aponta suposto comentimento de crime de responsabilidade pela petista no atual mandato. No dia 18, a entidade já havia decidido apoiar o pedido de afastamento de Dilma.


Em reunião do Conselho Federal, 26 das 27 bancadas estaduais da OAB votaram a favor do apoio à instauração do processo – somente a do Pará votou contra o apoio.


Nesta segunda, um grupo de advogados entregou um pedido ao presidente nacional da OAB para que adiasse a entrega do pedido de impeachment e que fizesse uma nova consulta aos membros da Ordem – dessa vez consultando diretamente os advogados. Humberto Gós, um dos membros que assina o pedido, afirma que há um “discenso na base da advocacia”.


“A democracia está se manifestando hoje aqui a partir da presença maciça da advocacia brasileira, representada pelos presidentes de todas as OABs do Brasil, representada pelos 81 conselheiros federais da OAB, representada pelos advogados de Brasília que vieram aqui hoje, demonstrando, sim, que a instituição está absolutamente unida no que diz respeito a essa decisão”, afirmou Lamachia logo após entregar o pedido de impeachmet na Câmara.


Processo em tramitação

No ano passado, o presidente da Câmara já havia aceitado outro pedido de impeachment, assinado pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaina Paschoal. A comissão especial que analisa o caso foi instalada em 17 de março.


O relatório aprovado pela OAB, assinado pelo advogado Erick Venâncio, acusa a presidente não só por ter autorizado as chamadas “pedaladas fiscais” (atraso no pagamento a bancos para maquiar as contas públicas). O documento aponta renúncia fiscal concedida à Fifa para a Copa do Mundo de 2014 e uma suposta interferência na Operação Lava Jato, inclusive com a nomeação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na Casa Civil.


Fonte: G1




Política: OAB protocola novo pedido de  impeachment contra a presidente Dilma Rousseff

segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Política: Manifestantes já marcam data de novo grande protesto: "13 de março"





O “esquenta” dos protestos a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) que reuniu manifestantes em pelo menos dez capitais, além do Distrito Federal, anunciaram a data do próximo ato: 13 de março de 2016.  “Se a Dilma não cair até lá, nós vamos derrubá-la em março do ano que vem”, afirmou Marcello Reis, líder do Revoltados Online.


O objetivo dos grupos é conseguir uma mobilização do mesmo tamanho da do último dia 15 de março, que levou mais de 2 milhões de pessoas às ruas de todo o Brasil. “Vamos juntar milhões. Por isso começamos a divulgar desde já”.Em Salvador, cerca de 500 manifestantes participaram dos protestos no Farol Barra.


O Palácio do Planalto e a oposição observam com atenção os desdobramentos das manifestações. Tanto um lado como o outro consideram que o agravamento da crise e os desdobramentos da Lava Jato têm o potencial de inflamar as ruas.


Fonte: Bocão News




Política: Manifestantes já marcam data de novo grande protesto: "13 de março"

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Política: Chapa avulsa da Câmara é eleita para comissão do impeachment; Governos sofre a primeira derrota





A chapa avulsa foi eleita com 272 votos, nesta terça-feira (8), para analisar o pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) em uma Comissão Especial.


Denominado “Unindo o Brasil”, o grupo se reuniu em frente ao Protocolo da Câmara, onde formalizou a entrega do documento. Os deputados Carlos Sampaio (PSDB-SP), Mendonça Filho (DEM-PE), Lúcio Vieira Lima (PMDB-BA) e Rubens Bueno (PPS-PR) lideraram o movimento, que também tinha representantes do PHS, PTB, PSB, PP, PSC, PSD, PEN, PMB e Solidariedade.


Nesta terça, após avaliar a carta enviada pelo vice-presidente Michel Temer à presidenta Dilma Rousseff, parlamentares do PMDB se reuniram com partidos de oposição e legendas da base aliada insatisfeitas com o Planalto, como PSC e PTB, para alinhavar nomes para a chapa alternativa.


Segue a lista protocolada na Secretaria-Geral da Mesa da Câmara:


PSDB – Carlos Sampaio (SP), Valdir Rossoni (PR), Shéridan (RR), Bruno Covas (SP), Nilson Leitão (MT), Paulo Abi-Ackel (MG)


DEM – Mendonça Filho (PE), Rodrigo Maia (RJ)


PMDB – Osmar Terra (RS), Lúcio Vieira Lima (BA), Lelo Coimbra (ES), Mauro Mariani (SC), Flaviano Melo (AC), Carlos Marun (MS), Manoel Jr (PB), Osmar Serraglio (PR)


PSD – Sóstenes Cavalcante (RJ), Evandro Roman (PR), João Rodrigues (SC), Delegado Éder Mauro (PA)


PP – Odelmo Leão (MG), Jair Bolsonaro (RJ), Luiz Carlos Heinze (RS), Jerônimo Goergen (RS)


PSC – Eduardo Bolsonaro (SP), Marco Feliciano (SP)


PSB – Fernando Coelho Filho (PE), Bebeto (BA), Danilo Forte (CE), Tadeu Alencar (PE)


SD – Fernando Franscichini (PR), Paulinho da Força (SP)


PMB – Major Olímpio (SP)


 PPS – Alex Manente (SP)


PTB – Sério Moraes (RS), Benito Gama (BA), Ronaldo Nogueira (RS)


 PHS – Kaio Manissoba (PE)


PEN – André Fufuca (MA)


Fonte: Bocão News




Política: Chapa avulsa da Câmara é eleita para comissão do impeachment; Governos sofre a primeira derrota