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sábado, 28 de maio de 2016

Política: Delator diz que Lula gerenciou esquema de corrupção na Petrobrás pessoalmente




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Na delação premiada de mais de 132 páginas, o ex-deputado federal Pedro Correa pelo PP afirma que o ex-presidente Lula gerenciava pessoalmente o esquema de corrupção na Petrobras. As informações do depoimento prestado à operação Lava Jato foram publicadas pela revista Veja deste final de semana. Nos documentos, Correa aponta como beneficiários de propina senadores, deputados, governadores, ex-governadores, ministros e ex-ministros dos mais variados partidos e até integrantes do Tribunal de Contas da União.


O ex-parlamentar conta ainda como era discutida a partilha de cargos no governo do ex-­presidente Lula e narra episódios, conversas e combinações sobre pagamentos de propina dentro do Palácio do Planalto. O ex-presidente Lula, segundo ele, tratou diretamente da indicação dos diretores corruptos da estatal à divisão do dinheiro desviado entre os políticos e os partidos. Corrêa descreve situações em que Lula tratou com os caciques do PP sobre a farra nos contratos da Diretoria de Abastecimento da Petrobras, comandada por Paulo Roberto Costa, o Paulinho.


Uma das passagens mais emblemáticas, segundo o delator, se deu quando parlamentares do PP se rebelaram contra o avanço do PMDB nos contratos da diretoria de Paulinho. Um grupo foi ao Palácio do Planalto reclamar com Lula da “invasão”. Lula, de acordo com Corrêa, passou uma descompostura nos deputados dizendo que eles “estavam com as burras cheias de dinheiro” e que a diretoria era “muito grande” e tinha de “atender os outros aliados, pois o orçamento” era “muito grande” e a diretoria era “capaz de atender todo mundo”. Os caciques pepistas se conformaram quando Lula garantiu que “a maior parte das comissões seria do PP, dono da indicação do Paulinho”. Se Corrêa estiver dizendo a verdade, é o testemunho mais contundente até aqui sobre a participação direta de Lula no esquema da Petrobras


Fonte: Bocão News


 




Política: Delator diz que Lula gerenciou esquema de corrupção na Petrobrás pessoalmente

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Política: Dilma Rousseff já admite provável afastamento da presidência, diz Folha de S. Paulo




A presidente Dilma Rousseff (PT) já considera “inevitável” o seu afastamento da presidência da República. Segundo a Folha de S. Paulo, o Palácio do Planalto agora tenta impedir que Michel Temer “se aproprie” de seus projetos, anunciando todas as medidas que estiverem quase prontas antes da votação do impeachment no Senado, prevista para acontecer no dia 11 de maio. Caso as acusações contra a presidente sejam acatadas pela Casa, ela fica afastada do poder por até 180 dias.



O governo deve insistir no discurso de que uma eventual presidência de Michel Temer é ilegítima e que Dilma é vítima de um golpe. Ainda de acordo com a publicação, a estratégia tem o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre as medidas que Dilma deseja anunciar antes da votação no Senado estão as licitações dos aeroportos de Salvador, Fortaleza, Florianópolis e Porto Alegre, além da concessão de portos e ajustes tributários.


Fonte: Bocão News




Política: Dilma Rousseff já admite provável afastamento da presidência, diz Folha de S. Paulo

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Brasilia: Homem toca fogo em próprio corpo em frente ao Planalto 






Um homem, entre 45 e 50 anos, colocou fogo no próprio corpo em frente ao Palácio do Planalto por volta das 11h deste domingo (10). De acordo com informações da Folha, ele não portava documentos e falava frases desconexas sobre religião quando a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros chegaram ao local.


Segundo o coronel Alan, chefe da comunicação do Corpo de Bombeiros, o homem derramou um líquido inflamável ainda não identificado sobre o corpo, tirou a camiseta de algodão que vestia, e ateou fogo em si mesmo. Ele teve 90% do corpo queimado. Após o uso de um extintor para apagar o fogo, a PM e os bombeiros prestaram o atendimento de primeiros socorros no local e, em seguida, o homem foi levado ao Hospital Regional da Asa Norte, em Brasília, referência no atendimento a queimados.


Fonte: Bocão News




Brasilia: Homem toca fogo em próprio corpo em frente ao Planalto 

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Brasil: Disputa interna do PMDB pode implodir a política nacional




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O ano mal tinha começado e os peemedebistas já marcavam encontros para decidir a disputa pela sucessão na liderança do partido na Câmara dos Deputados. E assim tem sido nas últimas semanas. Reuniões seguidas, com direito a peemedebistas em Brasília em pleno recesso e visitas sistemáticas ao vice-presidente, Michel Temer.


A estratégia dos parlamentares movimenta não só a Câmara e o Palácio do Jaburu, mas também tem causado preocupação ao Palácio do Planalto. A dor de cabeça é explicada por um ministro palaciano com simplicidade: “é uma batalha contra o governo. Se os oposicionistas ganham, é como se o governo fosse derrotado”.


Até a nomeação de quem ocupará o lugar do ex-ministro Eliseu Padilha na Secretaria de Aviação Civil entrou na batalha. Com a bancada mineira, de oposição ao governo, dividida, o deputado Mauro Lopes (PMDB-MG) foi sondado, na esperança da recondução do líder Leonardo Picciani (PMDB-RJ), considerado governista.


O PMDB de Minas ainda não fechou candidato para a disputa e os articuladores não chegaram a um consenso sobre a melhor maneira de fazer a eleição. Entre os candidatos mineiros estão Leonardo Quintão, que foi líder por uma semana no ano passado, e Newton Cardoso Jr.


Mas por que essa disputa é tão importante?


De acordo com o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS), um dos entusiastas por uma liderança de oposição, o cargo ocupado hoje por Picciani é mais desejado que um ministério pelo impacto político que ele tem.


“[O PMDB] É o maior partido da Câmara. Nossos votos são decisivos, não podemos ter um líder alinhado com o governo, temos que ter alguém emsintonia com o partido.”



Além de orientar a bancada nas votações, o PMDB de oposição tem um plano. A ideia é avançar no projeto chamado Ponte para o Futuro, o qual faz críticas ao governo e, entre outros, propõe mudança na previdência e a desindexação dos recursos da saúde e educação.


A expectativa de integrantes do partido é que o projeto decole e vire uma marca. Uma marca que pode ser uma ponte para o futuro de um projeto de poder do PMDB não mais como coadjuvante no Executivo, mas como protagonista.


Entre os governistas, o temor de ter um PMDB de oposição está ligado principalmente a dois fatores: impeachment e ajuste fiscal.


Aliados da presidente lembram que o partidotem o maior espaço na Esplanada e, ainda assim, é infiel nas votações, mesmo com Picciani como líder.


O temor é que os projetos considerados pelo governo essenciais para a retomada da economia não decolem e a comissão para decidir o futuro do impeachment sejadominada por parlamentares que querem a saída da presidente do comando do País.


Como neste momento cada voto importa, o sonho do governo de ver o impeachment enterrado ainda na Câmara se tornaria mais distante de ser realizado — caso um peemedebista de oposição se tornasse líder na Casa.


A permanência de Picciani tem ainda outro significado simbólico: além de vitória do governo, pode ser interpretada como uma derrota para Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara que pode ser cassado pelo Conselho de Ética por quebra de decoro.


Sem interferir publicamente, Cunha tem atuado para a destituição do atual líder. Em coletiva na última terça-feira (13), ele chegou a alfinetar:


“A liderança do PMDB não pode se transformar em um assessor do governo ou alguém que o represente. Não pode ser nem de governo, nem de oposição. Tem que representar a bancada. O que está acontecendo é que a bancadadesuniu. É preciso que a bancada se unade novo [com] alguém que tenha condições de compor a bancada de novo.”



Ao lado de Cunha, mas de forma mais discreta, o vice Michel Temer também tem articulado para tirar Picciani do cargo. No fim do ano passado, o vice ajudou a destituir Picciani, com apoio na elaboração de uma lista com assinatura de mais da metade dos deputados da bancada apresentada à secretaria-geral da Casa, pedindo a troca de líder.


Está em jogo o controle sobre a maior bancada e o maior “aliado” do governo.


Fonte: huffpost


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Brasil: Disputa interna do PMDB pode implodir a política nacional

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Política: Governadores assinam carta e anunciam apoio contra impeachment de Dilma




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Governadores de 16 Estados saíram em defesa pública da presidente Dilma Rousseff, nesta terça-feira (8), no dia em que a oposição conquistou a primeira vitória na tramitação do processo de impeachment. Em reunião, no Palácio do Planalto, a presidente Dilma Rousseff pediu apoio contra o impeachment e definiu estratégia de combate ao surto de microcefalia.


Após a reunião, os governadores assinaram um documento definido como “carta da legalidade” em que repudiam o pedido de afastamento da presidente. A governadora em exercício, Margarete Coelho (PP), participou da reunião em Brasília. Ela tomou posse hoje, após viagem do governador Wellington Dias (PT). 


Em relação ao impeachment, na semana passada, oito governadores do Nordeste assinaram nota de repúdio contra o processo. Apenas o governador de Pernambuco foi o único que não assinou a nota. 


Hoje, além desses gestores, falaram do assunto com Dilma os governadores do Rio, Luiz Fernando Pezão, do Distrito Federal, Rodrigo Rollemberg, de Roraima, Suely Campos, do Amapá, Walder Goés, e de Santa Catarina, Raimundo Colombo. O governador em exercício do Acre, Ney Amorim e a governadora em exercício do Piauí, Margarete Coelho, também estiveram na reunião.


Fonte: Barreiras Notícias


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Política: Governadores assinam carta e anunciam apoio contra impeachment de Dilma