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terça-feira, 24 de maio de 2016

Bahia: Parque Nacional da Chapada Diamantina tem novo foco de incêndio




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Brigadistas e analistas ambientais do Parque Nacional da Chapada Diamantina confirmaram, nesta segunda-feira (23), a existência de um foco de incêndio florestal dentro do parque, na região conhecida como Gerais do Rio Preto, nos arredores da entrada para o Vale do Pati.


De acordo com o analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), César Gonçalves, o fogo foi detectado pela manhã na área situada perto do distrito de Guiné, dentro dos limites do município de Mucugê, e uma equipe com 12 pessoas passou o dia no combate. 


Fonte: Boquira em Ação




Bahia: Parque Nacional da Chapada Diamantina tem novo foco de incêndio

domingo, 3 de janeiro de 2016

Bahia: Cidades na Chapada Diamantina voltam a ser atingidas por focos de incêndio




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Áreas de vegetação em cidades na Chapada Diamantina voltaram a ser atingidas por focos de incêndio, na última sexta-feira (1º). A região turística já teve milhares de hectares destruídos pelo fogo nos últimos meses de 2015. 


De acordo com a Secretaria Estadual do Meio Ambiente, houve reignição de focos, principalmente, na área que pertence ao município de Ibicoara. 


Também há registro de focos em Mucugê. “A área que mais preocupa é Ibicoara porque é onde há uma situação muito insistente do fogo”, disse o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Esplenger. Ele informou ainda que as chamas ganharam maiores proporções neste sábado (2), mas que bombeiros e brigadistas já trabalham no combate. 


 A secretária municipal do Meio Ambiente de Ibicoara, Tatiana Portela, disse que ainda não é possível confirmar a extensão dos focos. “Podemos dizer que é um velho fogo que voltou a queimar em Ibicoara. São focos relativamente fortes, mas ainda não podemos confirmar a extensão”, afirmou.


Fonte: Barreiras Notícias


Publicado Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Bahia: Cidades na Chapada Diamantina voltam a ser atingidas por focos de incêndio

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Chapada Diamantina: Brigadista denuncia descaso do governo




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Cerca de 28 dias após o inicio dos sucessivos incêndios que atingem a  Chapada Diamantina, a região continua queimando. O motivo? De acordo com brigadista , o descaso do governo. “Hoje a situação lá é que o fogo está descendo a serra, só aumenta. Os voluntários do Capão estão dia e noite subindo a serra, eu passei quatro dias na Serra da Moitinha apagando o fogo. Sou bombeiro civil voluntário, fui com dinheiro emprestado, estou desempregado. É extremamente exaustivo chegar ao local do fogo, subir a serra a pé, cheio de equipamentos nas costas,” conta o bombeiro, Augusto Vianna.


Ainda segundo Vianna, a situação vivida pelos brigadistas  é preocupante. “As aeronaves só vão uma vez e olhe lá, só fazem o que querem, deixam de resgatar os voluntários que estão lá a mais de 24 horas, já sem comida e água.  O governo mandou o avião Hércules jogar água, mas sem nenhum tipo de organização, a metade do liquido fica no vento, não faz muita diferença. Teve até incêndio que inflamou depois que o Hércules passou. O helicóptero do exercito, responsável por buscar os brigadistas, teria que pegar as pessoas seis da manhã. Os brigadistas ficam no campo esperando, mas a aeronave demora. Na hora do almoço, os voluntários ficam lá em baixo no sol, inalando fumaça, com fome, sem água, esperando e eles só passam muito depois. O que é mostrado é que o governo está mandando helicóptero e que o fogo não esta sendo apagado por outro motivo, mas isso não é verdade,” explica.


De acordo com o voluntario do SOS Chapada Diamantina, Bruno Veronez, os aviões e os homens disponibilizados pelo governo não são suficientes para conter o desastre. “Os aviões de combate às chamas não estão dando conta na região norte. Existem 120 homens do corpo de bombeiros, mas não conseguem acesso às regiões mais difíceis, já que não conhecem o terreno. Por isso, a maior parte do trabalho é realizado pelos brigadistas, voluntários que tem a capacidade de debelar as chamas nesses locais, mas tem um déficit de equipamento e de outros insumos como alimento e água,” relata.


 Veronez conta que a divulgação do controle do fogo só tem atrapalhado no recolhimento de donativos. “Estamos desde a semana passada recolhendo e enviando diariamente as doações para lá. Tivemos o apoio de empresas particulares, como lojas de material de segurança, fábricas e companhias de ônibus. No entanto como está sendo divulgado que o incêndio na chapada está controlado, as doações estão diminuindo muito. É aí que eu preciso da ajuda dos meios de comunicação pra alertar a população que o fogo continua. E que ainda aceitamos todos os tipos de doação,” explica.


A Secretaria do Meio Ambiente do Governo do Estado da Bahia (Sema) informou ao Bocão News, que as informações veiculadas são inverídicas. De acordo com a Sema, existem nove aeronaves combatendo o fogo com a ajuda de mais de 200 pessoas, levando em consideração toda a equipe técnica disponível no local.


Fonte: Bocão News




Chapada Diamantina: Brigadista denuncia descaso do governo

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Bahia: Incêndios atingem Ibicoara e o Vale do Capão no interior do estado





O oeste da Bahia ainda sofre com vários incêndios, e um grande foco  atinge a cidade de Ibicoara, na Chapada Diamantina, deixando os moradores preocupados. O fogo começou no domingo (9), na Serra do Sincorá e se aproxima de . Segundo informações da Associação de Condutores de Visitantes do local, há focos de incêndio também no Vale do Capão.


As chamas estão próximas das nascentes que abastem a comunidade já se aproximam das casas. Além da brigada de incêndio da associação, brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) também combatem o fogo no Vale do Capão.


Por Juan Felix – Revista Barra Magazine


Foto: Tayne Luz Casca/Jornal da Chapada




Bahia: Incêndios atingem Ibicoara e o Vale do Capão no interior do estado

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Chapada Diamantina: Fogo destrói 9 mil hectares.




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Pelo menos nove mil hectares (ha) já queimaram este ano em dois incêndios florestais registrados dentro da área do Parque Nacional da Chapada Diamantina. A estimativa é da equipe de técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


Os maiores focos estão na região conhecida como Gerais do Vieira, próximo ao Vale do Capão, município de Palmeiras, estimado em 7.500 ha e perto do Vale do Pati, no município de Andaraí, estimado em 1.500 ha, segundo a gestora do Parque, Marcela de Marins.


Ambos são combatidos desde o final de semana; no entanto, pelas condições do clima e dificuldades de acesso por conta do relevo, as chamas se espalharam e tomaram grandes proporções, disse Marins, destacando que o incêndio na área de Palmeiras cresceu rapidamente nesta terça-feira, 15, com o vento.


Mais de 100 pessoas entre bombeiros e brigadistas se revezam na luta contra o fogo, de acordo com o subcoordenador da Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), Paulo Sérgio Menezes Luz, que nesta terça chegou à região atingida e distribuiu equipamentos de proteção individual (EPIs) e de combate, como abafadores e bombas costais, para atuação dos brigadistas voluntários.


Ele afirmou que a situação é crítica e que requisitou do governo do estado um helicóptero para ajudar no apoio nos diferentes pontos de incêndio, onde nesta foram instaladas bases que permitam o descanso dos brigadistas em locais próximos dos incêndios.


No final da tarde chegaram à região os dois aviões contratados pelo ICMBio, e hoje uma equipe deve sobrevoar a área com os focos de queimadas. “Embora não sejam os mais eficientes no combate aos incêndios florestais em locais com um relevo como a Chapada Diamantina, os aviões são importantes para orientar as equipes nas estratégias de luta contra o fogo”, disse o analista ambiental do ICMBio, Pablo Casalle.


El Niño


Com 138 municípios em situação de emergência decretada pelo governo do estado por causa da seca, na Bahia já foram registrados 6.063 focos de incêndio desde o início do ano até esta terça pelo Centro de Pesquisas do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O aumento foi de 120% em relação ao mesmo período do ano passado.


Conforme o subcoordenador da Sudec, Menezes Luz, o fenômeno conhecido como El Niño é um dos fatores que influenciam o clima este ano, favorecendo queimadas. A maior parte dos municípios atingidos pela estiagem está localizada no semiárido, Chapada Diamantina e oeste.


Entre os focos que atingem a região oeste da Bahia, onde já não chove há mais de três meses, na Serra do Mimo, em Barreiras, um incêndio florestal é combatido desde domingo, 13, pelas equipes do PrevFogo/Ibama. Segundo o chefe da equipe, Gilmar dos Anjos, a grande quantidade de vegetação seca e as dificuldades de acesso são as principais dificuldades para debelar o fogo.


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Chapada Diamantina: Fogo destrói 9 mil hectares.

Chapada Diamantina: Fogo destrói 9 mil hectares.




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Pelo menos nove mil hectares (ha) já queimaram este ano em dois incêndios florestais registrados dentro da área do Parque Nacional da Chapada Diamantina. A estimativa é da equipe de técnicos do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).


Os maiores focos estão na região conhecida como Gerais do Vieira, próximo ao Vale do Capão, município de Palmeiras, estimado em 7.500 ha e perto do Vale do Pati, no município de Andaraí, estimado em 1.500 ha, segundo a gestora do Parque, Marcela de Marins.


Ambos são combatidos desde o final de semana; no entanto, pelas condições do clima e dificuldades de acesso por conta do relevo, as chamas se espalharam e tomaram grandes proporções, disse Marins, destacando que o incêndio na área de Palmeiras cresceu rapidamente nesta terça-feira, 15, com o vento.


Mais de 100 pessoas entre bombeiros e brigadistas se revezam na luta contra o fogo, de acordo com o subcoordenador da Superintendência de Proteção e Defesa Civil da Bahia (Sudec), Paulo Sérgio Menezes Luz, que nesta terça chegou à região atingida e distribuiu equipamentos de proteção individual (EPIs) e de combate, como abafadores e bombas costais, para atuação dos brigadistas voluntários.


Ele afirmou que a situação é crítica e que requisitou do governo do estado um helicóptero para ajudar no apoio nos diferentes pontos de incêndio, onde nesta foram instaladas bases que permitam o descanso dos brigadistas em locais próximos dos incêndios.


No final da tarde chegaram à região os dois aviões contratados pelo ICMBio, e hoje uma equipe deve sobrevoar a área com os focos de queimadas. “Embora não sejam os mais eficientes no combate aos incêndios florestais em locais com um relevo como a Chapada Diamantina, os aviões são importantes para orientar as equipes nas estratégias de luta contra o fogo”, disse o analista ambiental do ICMBio, Pablo Casalle.


El Niño


Com 138 municípios em situação de emergência decretada pelo governo do estado por causa da seca, na Bahia já foram registrados 6.063 focos de incêndio desde o início do ano até esta terça pelo Centro de Pesquisas do Tempo e Estudos Climáticos (Cptec) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). O aumento foi de 120% em relação ao mesmo período do ano passado.


Conforme o subcoordenador da Sudec, Menezes Luz, o fenômeno conhecido como El Niño é um dos fatores que influenciam o clima este ano, favorecendo queimadas. A maior parte dos municípios atingidos pela estiagem está localizada no semiárido, Chapada Diamantina e oeste.


Entre os focos que atingem a região oeste da Bahia, onde já não chove há mais de três meses, na Serra do Mimo, em Barreiras, um incêndio florestal é combatido desde domingo, 13, pelas equipes do PrevFogo/Ibama. Segundo o chefe da equipe, Gilmar dos Anjos, a grande quantidade de vegetação seca e as dificuldades de acesso são as principais dificuldades para debelar o fogo.


Fonte: UOL


Por Tainá Almeida – Revista Barra Magazine




Chapada Diamantina: Fogo destrói 9 mil hectares.